Governo Benedita (PT) teve maior taxa de letalidade policial do RJ. Foto: Ricardo Stuckert / PR
Benedita da Silva (PT) criticou a megaoperação realizada pela Polícia Cívil e BOPE, que teve ordem de Cláudio Castro (PL) e registrou 121 mortos. A ex-governadora do Rio de Janeiro criticou o ocorrido.
A operação foi dita por Castro como um grande "sucesso, onde as únicas vítimas foram os quatro policiais".
Em discurso, Benedita falou: "Eu fiquei 9 meses como governadora do estado do Rio de Janeiro. Peguei Fernandinho Beira-Mar e também o Elias Maluco, tudo isso sem dar um tiro na comunidade."
No entanto, segundo o jornal ' O Estado de São Paulo', publicado em dezembro de 2002, foi contabilizado cerca de 834 mortes em 11 meses, superiores aos 592 óbitos registrados em 2001,
Até o momento, o governo de Cláudio Castro foi responsável por 699 mortes em confrontos.
Desta forma, ocupa, até o momento, em dados oficiais, um número bem abaixo do mandato de nove meses de Benedita.
À época, em 2002, Roberto Aguiar, secretário de Segurança do estado, reconheceu o aumento da letalidade contra traficantes, dizendo ter feito "o maior enfrentamento."
O ex-oficial do BOPE (Batalhão de Operações Policiais Especiais), Rodrigo Pimentel, fez questão de discursar contra as falas de Benedita (PT), fazendo o levantamento de mortes durante os períodos.
Ele foi direto e claro ao revelar que, no governa da petista, o Rio de Janeiro teve seu índice de maior mortalidade em confrontos contra traficantes.
"A Benedita, em seu governo, teve a polícia que mais matou na história do Rio de Janeiro", revelou Rodrigo.
Cláudio Castro (PL), atual governador do estado, agradeceu o post.
Ele disse: "Agradeço ao ex-oficial do BOPE, Rodrigo Pimentel, pela clareza e coragem em trazer a verdade dos fatos.
Segurança pública exige responsabilidade, não discursos fáceis. Estamos trabalhando com transparência, técnica e resultados concretos. A verdade sempre prevalece", completou o governador.
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