Gleisi Hoffmann e Paulo Guedes. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A ministra de Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou nesta segunda-feira, 26, o que chamou de desmonte de políticas industriais durante o governo anterior em evento com empresários do setor no Rio de Janeiro.
"É simplesmente admirável que a nossa indústria tenha sobrevivido à era Paulo Guedes, que desencadeou um deliberado desmonte da economia produtiva do Brasil", declarou a ministra na abertura do evento Nova Indústria Brasil, em comemoração ao Dia da Indústria, no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro. A conferência é promovida por Brasil 247, TV 247 e Agenda do Poder.
Segundo Gleisi, embora as potencialidades do Brasil sejam conhecidas, com um mercado interno imenso, faltou nos últimos anos decisão política para incentivar investimento e produção.
Ela citou a extinção no governo anterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, assim como a diminuição do BNDES, ao falar de retrocessos nas políticas em apoio ao setor produtivo.
O encolhimento relativo da indústria na economia nacional, conforme a ministra, teve razões diversas, mas decorre normalmente da ausência de políticas públicas voltadas para o crescimento e competitividade no setor.
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT-PR), declarou na sexta-feira, 16 de maio, que a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pode prejudicar o andamento das investigações conduzidas pela Polícia Federal.
“Uma CPMI, no ambiente de exploração política em que está sendo proposta, pode comprometer o sucesso da investigação policial, que deve permanecer protegida de interferências externas e do vazamento de informações”, publicou a ministra em sua conta no X (antigo Twitter).
A proposta de criação da comissão tem gerado divisões entre parlamentares da base do governo. A oposição tem pressionado para que o colegiado avance, alegando que os descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas ocorrem sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Por outro lado, senadores petistas e aliados do Planalto afirmam que as fraudes começaram ainda no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e que a apuração parlamentar pode trazer mais transparência ao caso.
Apesar da pressão, o Palácio do Planalto se mantém resistente à ideia. Gleisi Hoffmann reconheceu que a criação de comissões de inquérito é um direito das minorias e uma prerrogativa do Congresso, mas reiterou que a prioridade do governo é punir os responsáveis e ressarcir as vítimas.
A ministra também alertou que uma CPMI pode atrasar o processo de devolução dos valores aos aposentados lesados, já que a comissão teria previsão inicial de funcionamento por seis meses.
“Este governo já suspendeu os descontos, acabando com o roubo aos aposentados, demonstrou que levará as investigações até as últimas consequências e trabalha para ressarcir as vítimas o mais rápido possível”, escreveu.
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