GIlson Machado, Ex-ministro do Turismo de Bolsonaro. Foto: Portal de Prefeitura/Beto Dantas
O ex-ministro Gilson Machado rebateu acusações de campanha antecipada para o pré-candidato Flávio Bolsonaro e afirmou que algumas figuras que se dizem de direita estariam, na verdade, servindo a interesses do líder do PT, Lindemberg Farias. Segundo Machado, a estratégia dessas pessoas seria criar polêmica e ataques contra ele, desviando o foco de questões legais sobre a propaganda eleitoral.
Ele reforçou que todas as ações tomadas, inclusive a distribuição de adesivos durante o Carnaval, seguiram orientação do departamento jurídico eleitoral e não configuram ilegalidade ou favorecimento antecipado a qualquer candidato.
“Vocês acham mesmo que eu, que fui ministro do Turismo e Cultura do Brasil, amigo de fé e leal do presidente Bolsonaro, faria algo para prejudicar o seu filho, Flávio? Pelo amor de Deus, viajante”, disse o ex-ministro.
Ele acrescentou que todas as ações tomadas foram consultadas com o departamento jurídico eleitoral, garantindo que não houve irregularidades.
Machado afirmou que as acusações funcionam apenas como uma “cortina de fumaça” criada pela oposição para desviar a atenção da opinião pública sobre o uso de verbas públicas em campanhas eleitorais de terceiros.
O ex-ministro detalhou que os adesivos distribuídos durante o Carnaval foram feitos por apoiadores, sem uso de dinheiro público, e não continham qualquer menção explícita a Flávio Bolsonaro como candidato. Machado destacou que, de acordo com a legislação eleitoral, ações que não envolvem promoção pessoal de pré-candidatos e não utilizam recursos públicos não configuram propaganda antecipada.
Ele ainda questionou a motivação das acusações, afirmando que alguns grupos de direita estariam sendo manipulados para atacar sua imagem, enquanto “falsos aliados” seriam responsáveis por espalhar denúncias infundadas.
Gilson Machado reforçou sua lealdade ao presidente Jair Bolsonaro e defendeu que não faria nada que prejudicasse Flávio Bolsonaro. Ele também criticou a atuação de Lindenberg Farias (PT), que segundo ele, teria distribuído acusações sem fundamento e tentado criar conflito dentro do segmento político conservador.
“O propósito é claro: desviar a atenção do uso de recursos públicos em campanhas próprias e criar polêmica sem base legal”, afirmou. Machado concluiu ressaltando que suas ações sempre seguiram a legislação vigente e que continuará colaborando com órgãos competentes para esclarecer qualquer questionamento.
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