A cerimônia deste sábado marcou o início dos nove dias de luto da Igreja Católica em homenagem ao pontífice.
26 de abril de 2025 às 09:37 - Atualizado às 09:37
Donald Trump e Lula. Foto: Reprodução
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, participaram, neste sábado, 26 de abril, do funeral do papa Francisco, realizado na Praça de São Pedro, no Vaticano. Esta foi a primeira ocasião em que os dois líderes estiveram presentes no mesmo evento.
Antes da cerimônia, Trump se reuniu com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. Segundo a Casa Branca, o encontro foi considerado produtivo.
Na sexta-feira, 25 de abril, Lula esteve no velório do pontífice na Basílica de São Pedro, acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e de uma comitiva presidencial. Representantes dos Três Poderes também marcaram presença no funeral, entre eles Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados; Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal; e Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal.
O funeral deste sábado deu início aos nove dias de luto da Igreja Católica em homenagem ao papa Francisco. Uma nova missa de luto será celebrada neste domingo, 27 de abril, novamente na Praça de São Pedro, sob condução do cardeal italiano Pietro Parolin, apontado como um dos principais cotados para suceder Francisco.
Nos próximos dias, o Vaticano deve anunciar a data de início do conclave que escolherá o novo papa. A expectativa é que o processo comece entre os dias 6 e 11 de maio.
A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, se emocionou ao relembrar que o papa Francisco trocou cartas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enquanto o petista esteve preso em Curitiba (PR). Segundo Janja, Lula passou a segunda-feira, 21, pensativo, após a morte do pontífice, sentindo que "perdeu um amigo querido e um companheiro de caminhada".
"O papa falava bastante sobre a prisão política (de Lula). Não por acaso, a primeira viagem que meu marido fez ao sair da prisão foi para ir ao encontro do papa", disse a primeira-dama em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada nesta terça-feira, 22.
Janja contou que o período da prisão foi especialmente doloroso para Lula, agravado pela perda do neto, Arthur Araújo Lula da Silva, em 2019, aos sete anos de idade. "Ele (Lula) decidiu escrever ao líder espiritual", disse.
A resposta de Francisco, segundo ela, teve um impacto profundo no petista. "A mensagem do papa Francisco naquela circunstância foi fundamental para ele saber que estava no caminho certo, da busca (pelo reconhecimento) da inocência", afirmou Janja.
"E um filme foi passando na minha cabeça porque, em fevereiro, eu tive um encontro com ele, bastante emocionante, que ocorreu depois que ele (Francisco) tinha saído do hospital."
Janja se referiu ao encontro com o papa em 12 de fevereiro deste ano em audiência no Vaticano. Na época, a primeira-dama disse ter agradecido ao pontífice pelas orações pela saúde de Lula e conversado com ele sobre a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, lançada durante a Cúpula de Líderes do G-20, no Rio de Janeiro, em 2024.
A primeira-dama afirmou ainda na entrevista que o mundo perdeu "um líder importante, não apenas espiritual, mas político, de ação voltada para o bem de todos".
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