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Flávio diz que Jair Bolsonaro chegou a ficar sem respirar antes de ser levado para hospital

Segundo o filho do ex-presidente, o episódio ocorreu após uma crise de soluços acompanhada de mal-estar.

Ricardo Lélis

16 de setembro de 2025 às 19:59   - Atualizado às 20:08

Flávio e Jair Bolsonaro.

Flávio e Jair Bolsonaro. Foto: Reprodução/ Redes Sociais

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira, 16 de setembro, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou a ficar cerca de dez segundos sem respirar.

O episódio ocorreu após uma crise de soluços acompanhada de mal-estar, que levou Bolsonaro a deixar a prisão domiciliar e ser encaminhado ao hospital DF Star, em Brasília.

"Hoje foi um episódio mais drástico, em que o soluço dele foi aumentando. Ele quando, às vezes pela repetição, ele diz que trava o diafragma dele e teve um episódio de vômito a jato, com força, ficou quase dez segundos sem respirar. O jeito que ele conseguiu de respirar foi fazendo isso, com vômito forte, tontura, pressão muito baixa", disse Flávio em frente ao hospital onde o pai está internado.

Bolsonaro internado

Jair Bolsonaro deixou a prisão domiciliar nesta terça-feira (16) para ir a um hospital após passar mal.

Ele foi levado ao Hospital DF Star, em Brasília, pelos policiais penais que fazem o monitoramento de sua residência. 

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Pelas redes sociais, o senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) disse que o ex-presidente apresentou uma crise forte de soluço, vômito e pressão baixa.

Desde o dia 4 de agosto, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).  

Conforme a decisão do ministro, Bolsonaro pode ir ao hospital em caso de emergência, mas deve enviar ao STF um atestado médico no prazo de 24 horas após o atendimento.

No último domingo (14), Bolsonaro passou por um procedimento na pele e por exames que constataram quadro de anemia, segundo o boletim médico divulgado pelo hospital.

A prisão domiciliar foi determinada no inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, e o próprio Bolsonaro são investigados por atuarem junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo, entre elas, o cancelamento de vistos e a aplicação da Lei Magnitsky.

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