Eduardo e Flávio Bolsonaro, Paulo Figueireido e Donald Trump na Casa Branca. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL) se reuniram nesta terça-feira, 26 de maio, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington.
Após o encontro, Flávio afirmou ter solicitado ao presidente norte-americano que as facções criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sejam classificadas como organizações terroristas.
“Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, afirmou.
Flávio afirmou que Trump respondeu que irá analisar a possibilidade de classificar as facções brasileiras.
A declaração foi dada durante uma coletiva de imprensa realizada logo após a reunião. Segundo o senador, a viagem aos Estados Unidos ocorreu após convite para o encontro com Trump na Casa Branca.
O senador também disse que conversou com o presidente norte-americano sobre as diferenças entre um eventual governo liderado por ele e a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com o parlamentar, Trump não manifestou apoio à sua pré-candidatura.
Ainda segundo o senador, temas como segurança pública, tarifas e terras raras também estiveram na pauta da conversa.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira, 26 de maio, que o Brasil não precisa de outro integrante da família Bolsonaro trabalhando contra o país nos Estados Unidos ao ser perguntado pelo Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) se um possível encontro do senador e pré-candidato a presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com o presidente norte-americano, Donald Trump, atrapalharia as negociações e relações entre Brasil e EUA.
Ele conversou com jornalistas depois de visitar uma concessionária de carros elétricos na capital federal para conhecer o modelo de carro que entraria no novo programa de crédito para motoristas de aplicativo e taxistas.
"Em relação à visita do pré-candidato nos Estados Unidos, vou explicar. Nós já tínhamos um da família trabalhando contra o Brasil. Não precisamos ter dois trabalhando contra", afirmou.
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O índice de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01833/2026.
Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
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