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Flávio Bolsonaro pede VOTOS para FABRÍCIO QUEIROZ, pivô em SUPOSTO conluio de RACHADINHA

O ex-assessor do senador, se candidata a vereador pelo Partido Liberal (PL) em Saquarema, localizada a 110 km da capital fluminense.

Gabriel Alves

02 de setembro de 2024 às 08:20   - Atualizado às 09:06

Flávio Bolsonaro pede VOTOS para FABRÍCIO QUEIROZ, pivô em SUPOSTO conluio de RACHADINHA.

Flávio Bolsonaro pede VOTOS para FABRÍCIO QUEIROZ, pivô em SUPOSTO conluio de RACHADINHA. Foto: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apareceu em um vídeo nas redes sociais pedindo votos para Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e atual candidato a vereador pelo PL em Saquarema, localizada a 110 km da capital fluminense.

No vídeo, publicado por Queiroz no Instagram na última sexta-feira, 30 de agosto, Flávio Bolsonaro afirma que Queiroz foi vítima de uma suposta perseguição política contra a direita no Brasil e que agora está "de cabeça erguida e peito aberto" em sua campanha eleitoral.

Queiroz, um policial militar reformado, ganhou notoriedade como o pivô da investigação do suposto esquema de "rachadinha" no antigo gabinete de Flávio na Assembleia do Rio de Janeiro.

No vídeo, Flávio aparece ao lado de Queiroz, usando uma camiseta da seleção brasileira e segurando materiais de campanha do ex-assessor. A peça de campanha traz fotos de Queiroz e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

"Pessoal, todo mundo está vendo hoje as perseguições que nós sofremos com quem é de direita. O Queiroz foi vítima disso lá atrás ainda. Tentaram usar o Queiroz para nos atingir e, graças a Deus, não conseguiram. Tá aqui: o Queiroz, de cabeça erguida e peito aberto, pedindo voto para vereador em Saquarema [município do Rio de Janeiro]. E eu tô pedindo pra você também", diz Flávio no vídeo.

A investigação do suposto esquema de "rachadinha" começou após um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apontar uma movimentação suspeita de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz em 2016. Em 2020, Flávio Bolsonaro, Queiroz e outras 15 pessoas foram denunciados por desviar parte dos salários de funcionários do gabinete para benefício de Flávio, na época deputado estadual. No entanto, em 2021, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) anulou a investigação, fazendo com que o caso voltasse à estaca zero.

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Após o episódio, Queiroz expressou em entrevistas sua insatisfação com o tratamento recebido pela família Bolsonaro. Em 2022, ele concorreu a deputado estadual no Rio, mas não conseguiu se eleger.

Justiça defende tese de Flávio Bolsonaro sobre "grupo criminoso" na Receita

O juiz José Arthur Diniz Borges, da 8ª Vara Federal do Rio de Janeiro, apontou em um processo que tramita na Justiça Federal do Rio a existência de "um grupo criminoso" na Receita Federal que utiliza acessos privilegiados para instaurar processos disciplinares para "eliminar servidores desafetos". A decisão do magistrado, proferida no dia 19 de agosto, vai ao encontro da tese defendida pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) no processo das "rachadinhas", arquivado em 2022.

A decisão do magistrado não tem relação com o processo de Flávio, mas corroboram a tese da defesa do senador. Os argumentos do magistrados foram expostos em um processo em que os auditores fiscais Rafael Sá e Tânia Sá respondem a uma ação de improbidade administrativa.

Os auditores foram acusados de enriquecimento ilícito em um processo administrativo conduzido pela Corregedoria da Receita Federal. A defesa dos dois argumentou que eles foram vítimas do suposto grupo criminoso.

"Os fatos revelados demonstram a prática contumaz de montagem de cartas anônimas, a partir de acessos imotivados a dados sigilosos de servidores da Receita Federal, as quais eram utilizadas como base para instauração de processo administrativo", diz o magistrado na decisão.

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