O documento apresentado pelo senador classifica o pronunciamento do presidente, feito em 24 de fevereiro, como uma "campanha publicitária".
03 de março de 2025 às 17:50 - Atualizado às 18:07
Lula e Flávio Bolsonaro Foto: Arte Portal de Prefeitura/Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao Tribunal de Contas da União (TCU) que investigue o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na representação, ele acusa Lula de usar a rede nacional de rádio e TV para autopromoção sob o pretexto de um pronunciamento oficial, o que, segundo ele, configuraria desvio de finalidade e violação aos princípios da moralidade administrativa.
O documento classifica o pronunciamento de Lula, feito em 24 de fevereiro, como uma "campanha publicitária" e alega que o conteúdo veiculado desrespeita o decreto que regula o uso da rede nacional por agentes públicos.
O Estadão procurou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) para comentar a representação do senador, mas não obteve resposta.
"(O presidente Lula) se valeu da rede nacional de transmissão para promover sua imagem, transformando o pronunciamento em verdadeira propaganda política, com direito ao uso de muitos recursos publicitários e, inclusive, atores", afirma o texto.
A representação sustenta ainda que o presidente adotou um discurso eleitoreiro para destacar dois programas de governo.
Flávio Bolsonaro argumenta também que os atos de Lula podem configurar improbidade administrativa.
Ele solicita que o TCU abra um inquérito para investigar as acusações e convoque o presidente para depor.
Além disso, pede a aplicação das sanções cabíveis e a devolução aos cofres públicos dos valores gastos na produção dos vídeos.
Estadão Conteúdo
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou a possível apreensão do passaporte do filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
Eduardo é alvo de uma notícia-crime apresentada por deputados petistas à Procuradoria-Geral da República (PGR) que atribui a ele crimes contra a soberania nacional.
"A possível apreensão do passaporte do deputado Eduardo Bolsonaro visa criar constrangimento, ou instruir ação judicial para impedi-lo de assumir a Comissão de Relações Exteriores", escreveu o ex-presidente no X (antigo Twitter) no último domingo, 2 de março, também em inglês.
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O magistrado passou a ser alvo de investigação após ser citado em conversas encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O levantamento foi realizado entre os dias 22 e 24 de setembro, com 1.204 eleitores de Pernambuco com 16 anos ou mais.
O levantamento ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 23 de setembro.
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