Flávio Bolsonaro e Donald Trump. Foto: Reprodução
O senador Flávio Bolsonaro (PL) sugeriu na rede social X, antigo Twitter, que "o justo" seria que o presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, suspendesse a tarifa de 50% sobre as importações de produtos do Brasil e, em vez disso, aplicar sanções individuais a quem supostamente pratica perseguições para interesses próprios.
"O justo seria @realDonaldTrump suspender a taxa de 50% sobre importações brasileiras e meter sanção individual em quem persegue cidadãos e empresas americanas, viola liberdades, usa o cargo público para violar direitos humanos e implodir a democracia de um país para satisfazer seu próprio ego", afirmou o senador.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou na quinta-feira, 10 de julho, durante entrevista à CNN Brasil, que o Governo Lula deve ceder à pressão imposta pelos Estados Unidos após a decisão do presidente Donald Trump de aplicar uma tarifa de 50% sobre todas as exportações brasileiras.
Segundo Flávio, o Brasil não está em posição de enfrentar diretamente os interesses americanos e precisa agir com cautela para evitar maiores prejuízos.
“Não estamos em condições normais de exigir nada. Ele [Trump] vai fazer o que ele quiser, independente da nossa vontade. Cabe a nós termos a responsabilidade de evitar que caiam duas bombas atômicas no Brasil, para depois anunciar que vamos fazer anistia”, declarou o senador, ao participar do programa CNN Arena.
A fala de Flávio faz referência direta à reação anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que decidiu adotar a chamada “Lei da Reciprocidade” e devolver na mesma medida a taxação sobre produtos norte-americanos.
Durante a entrevista, Flávio também abordou o tema da anistia aos condenados pelos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023. Para ele, não há alternativa viável a não ser aceitar a proposta, já que muitos manifestantes, segundo o senador, “estão pagando por decisões políticas”.
“Não há escolha além de aceitar a anistia”, afirmou.
Da redação do Portal de Prefeitura com informações do Estadão Conteúdo.
3
4
11:18, 13 Fev
27
°c
Fonte: OpenWeather
O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
mais notícias
+