Filha de Olavo de Carvalho debochou de apoiadores do Bolsonaro dias antes de morrer: "Bolsolavettes" Foto: Alan Santos/PR
Heloisa de Carvalho Martin Arribas, filha do escritor Olavo de Carvalho, ironizou apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro quatro dias antes de ser encontrada morta, aos 56 anos, em sua casa em Atibaia, no interior de São Paulo.
A postagem, feita no dia 4 de janeiro, voltou a circular após a confirmação da morte, registrada nesta quinta-feira, 8 de janeiro, e ampliou a repercussão do caso nas redes sociais.
Na publicação, Heloisa celebrou estar viva para ver “todos os bolsolavettes indo um a um pra cadeia”. O termo foi utilizado de forma pejorativa para se referir a admiradores de Bolsonaro e de Olavo de Carvalho, que morreu em 2022.
A mensagem gerou reações imediatas, especialmente entre grupos ligados à direita, e reforçou o histórico de confrontos públicos mantidos por ela nos últimos anos.
Heloisa rompeu relações com o pai ainda em vida, alegando divergências políticas profundas. Enquanto Olavo se consolidou como referência intelectual do conservadorismo brasileiro, ela adotou posicionamento oposto, tornando-se crítica do bolsonarismo e filiando-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). O distanciamento familiar foi público e frequentemente mencionado por ela em redes sociais.
O corpo de Heloisa foi encontrado deitado sobre a cama de sua residência. Segundo informações divulgadas pelo Jornal Opção junto à Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), ao lado da cama havia um copo contendo um líquido de coloração alaranjada. A Polícia Civil realizou perícia no local para apurar as circunstâncias da morte.
Na cozinha da casa, os agentes localizaram uma lata de cerveja aberta, duas garrafas de bebida vazias e uma garrafa de água misturada a uma substância branca, semelhante a medicamentos dissolvidos. Também foram encontrados dois frascos de anticonvulsivante abertos e um frasco de antifúngico pela metade.
De acordo com informações preliminares, Heloisa teria procurado atendimento hospitalar no dia anterior, com suspeita de intoxicação medicamentosa. Até o momento, não há confirmação oficial de que esse episódio tenha ligação direta com a morte. O caso segue sob investigação, e a causa ainda não foi divulgada.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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