O estrategista político Steve Bannon e o deputado federal participaram de um almoço com a comitiva brasileira de congressistas que estão nos Estados Unidos para acompanhar a posse de Donald Trump.
Eduardo Bolsonaro e Steve Bannon Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O estrategista político Steve Bannon, ex-assessor do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou no domingo, 19 de janeiro, que o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), está destinado a assumir a Presidência do Brasil no futuro.
Bannon elogiou a atuação de Eduardo no cenário político internacional e destacou sua relevância no movimento global pela soberania.
“Essa é uma das pessoas mais importantes no nosso movimento pela soberania ao redor do mundo. E acho que um dia, e num futuro não tão distante, [será] o presidente do Brasil”, afirmou.
Em resposta, Eduardo agradeceu o apoio, mas reforçou que o foco político atual permanece em seu pai, Jair Bolsonaro. Segundo o deputado, “Bannon é um grande estrategista e sabe dos perigos de Lula e socialistas”.
A declaração ocorreu durante um almoço organizado por Bannon com a comitiva brasileira de congressistas que estão nos Estados Unidos para acompanhar a posse de Donald Trump, nesta segunda-feira (20).
O ex-presidente Jair Bolsonaro PL afirmou nesta segunda-feira, 20 de janeiro, que está sendo representado na posse de Donald Trump, nos EUA, pelo seu filho Eduardo Bolsonaro.
Já sua esposa, Michelle Bolsonaro (PL) "não trata desses assuntos", segundo ele, em entrevista ao jornal Auriverde Brasil.
O ex-presidente acompanhou Michelle ao aeroporto de Brasília no último sábado, 18 de janeiro, mas não pôde viajar devido à retenção de seu passaporte por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com ele, Eduardo possui "confiança 100%" e uma relação próxima com a família de Trump.
"Tá lá o Eduardo, que me representa, na verdade é meu filho. Tá lá com a Michelle nos Estados Unidos, que obviamente não trata desses assuntos. O Eduardo fala inglês, já tá dominando o árabe e tem boa relação com a família do Trump", afirmou.
Sobre Michelle, o ex-presidente classificou sua presença de Michele na posse como discreta:
"Minha esposa está lá, fazendo o trabalho dela, muito discreto. Logicamente, eu queria estar ao lado dela", comentou.
Ele continua, dizendo que "por isso a gente chora, por que não chora? Ou eu sou uma máquina? Eu tenho as minhas fraquezas".
O ex-mandatário tem acompanhado o evento por meio de videochamadas, como uma oração coletiva e um jantar de gala, que aconteceram na noite de domingo, 19 de janeiro.
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Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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