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Ex-assessor de Bolsonaro ficará preso em batalhão do Exército localizado em Brasília

Coronel do Exército, o ex-assessor de Bolsobaro teve a prisão decretada na quarta-feira (18), por Moraes, ao descumprir uma medida cautelar estabelecida pelo ministro que proibia a utilização de redes sociais.

Jameson Ramos

19 de junho de 2025 às 10:04   - Atualizado às 10:04

Ex-assessor Marcelo Câmara e o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Ex-assessor Marcelo Câmara e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Montagem Portal de Prefeitura/Reprodução/Divulgação

A Polícia Federal (PF) informou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que Marcelo Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL), ficará preso nas instalações do Batalhão de Polícia do Exército, em Brasília.

Coronel do Exército, Câmara teve a prisão decretada nesta quarta-feira, 18 de junho, por Moraes, ao descumprir uma medida cautelar estabelecida pelo ministro que proibia a utilização de redes sociais por ele ou por terceira pessoa. 

A prisão foi cumprida por volta das 16h50 na casa dele, localizada em Sobradinho, cidade do Distrito Federal.

Na terça-feira, 17 de junho, o advogado de Câmara, Eduardo Kuntz, informou ao Supremo que foi procurado pelo ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, por meio das redes sociais, e que eles interagiram, conduta que estava proibida pela cautelar. O defensor aproveitou o conteúdo da conversa para pedir a anulação da delação de Cid.

Na decisão, Moraes disse que o defensor "transbordou ilicitamente das obrigações legais de advogado" e considerou "gravíssima" a possível tentativa de obstrução da investigação da trama golpista.

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O ministro também determinou a abertura de um inquérito para investigar o advogado e seu cliente, que é um dos réus do Núcleo 2 da trama golpista. Os réus desse grupo são acusados de organizar ações para “sustentar a permanência ilegítima” de Bolsonaro no poder, em 2022.

Bolsonaro indiciado

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi indiciado pela Polícia Federal (PF) na terça-feira, 17 de junho, na investigação da chamada Abin Paralela, um esquema de espionagem montada na Agência Brasileira de Inteligência (Abin). 

A PF também indiciou o deputado federal Alexandre Ramagem (PL), ex-diretor geral do órgão, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos), e outras 32 pessoas.

O relatório com os indiciamentos foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF). A PF aponta que a Abin paralela era usada em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus familiares. 

Ainda de acordo com a Polícia Federal, policiais e delegados da corporação que estavam cedidos para a Abin, além de servidores do órgão, teriam participado de uma organização criminosa para monitorar ilegalmente autoridades públicas durante o governo Bolsonaro.

O objetivo seria encontrar situações que desabonassem críticos do governo e criar informações falsas para atacar personalidades que pudessem prejudicar eventual reeleição do ex-chefe do Planalto.

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