Evento do PT-Pernambuco neste domingo, 24 de agosto, reuniu diversas lideranças da sigla e marcou a posse oficial de Carlos Veras como presidente estadual.
24 de agosto de 2025 às 22:12 - Atualizado às 22:32
Edinho Silva, Carlos Veras, Silvio Costa Filho e Doriel Barros Foto: Wesley D'Almeida
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho (Republicanos), reafirmou, neste domingo, 24 de agosto, o seu compromisso político com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), nas eleições do próximo ano.
O aceno foi dado durante a posse do deputado federal Carlos Veras como novo presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) de Pernambuco.
No evento, Silvio destacou sua relação histórica com o PT e o presidente Lula, reforçando a importância da unidade das forças políticas do campo progressista em Pernambuco e no Brasil.
"Quero desejar ao companheiro Carlos Veras boa sorte nessa caminhada. Nós estaremos juntos com todas as forças do campo progressista trabalhando pela reeleição do presidente Lula e pelo apoio, se Deus quiser, a eleição do nosso futuro governador João Campos. Vamos juntos trabalhar por Pernambuco e pelo Brasil buscando um estado mais forte, mais justo, mais solidário e um estado com crescimento econômico e com geração de emprego e renda para o povo brasileiro", defendeu o ministro de Lula.
Vale ressaltar que Silvio Costa Filho tem uma relação histórica e trajetória de diálogo e parceria com o presidente Lula e com o PT em Pernambuco. Ao longo de sua vida pública, tem defendido pautas de desenvolvimento social e econômico, aproximando-se cada vez mais das principais lideranças do campo progressista no Estado.
Com a declaração feita após o evento, Costa Filho sinaliza o alinhamento de seu grupo político ao projeto de reeleição do presidente Lula em 2026 e ao fortalecimento da pré-candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco.
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A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00223/2026. A coleta ocorreu entre 13 e 15 de outubro. Foram ouvidas 1.500 pessoas.
No documento, que foi endereçado ao presidente do Supremo, Edson Fachin, os advogados afirmam que Vorcaro está sofrendo um "processo de linchamento público".
O pedido apresentado pelos advogados incluía uma relação nominal das pessoas que poderiam entrar e permanecer no imóvel.
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