Fernanda, Flávio e Michelle Bolsonaro. Foto: Divulgação
A esposa de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Fernanda Bolsonaro, partiu em defesa do senador após a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicar um vídeo em que afirmou que o enteado a desrespeitou por telefone.
"Como esposa, eu escolho olhar para aquilo que vejo todos os dias: um homem leve, respeitoso, carinhoso, restaurado e um pai dedicado às nossas duas filhas", disse Fernanda Bolsonaro no X (antigo Twitter).
Michelle publicou um vídeo em suas redes sociais na noite desta quinta-feira, 25 de junho, dizendo que o enteado a "maltratou" em um telefonema após ela se posicionar contra uma aliança da família Bolsonaro com Ciro Gomes (PSDB) na disputa eleitoral do Ceará.
"Ele foi muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone. E eu não tinha feito nada contra ele. Ele disse que seria melhor eu ficar fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política", disse Michelle na publicação.
No vídeo, a ex-primeira-dama afirmou não aceitar a aliança com "um homem que é contra o maior líder da direita". Além disso, segundo Michelle, o acordo do PL do Ceará com Ciro Gomes preteriu sua aliada Priscila Costa, vereadora de Fortaleza.
Em resposta, Flávio Bolsonaro publicou uma nota dizendo que "nunca" havia desrespeitado Michelle. "Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai", afirmou o senador. Segundo o pré-candidato a presidente, as discordâncias sobre acordos partidários são "naturais".
"Tenho absoluta convicção de que todos nós temos o mesmo objetivo: o melhor para o Brasil e nos livrar da esquerda", disse o filho "01" de Bolsonaro. Em réplica ao senador, Michelle afirmou "não ter raiva de ninguém".
Estadão Conteúdo
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Dentro da estrutura da administração federal, o Poder Executivo registra a maior parte dos gastos. Sob responsabilidade direta do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A declaração ocorreu durante o evento em que o candidatoa presidente oficializou o deputado Alfredo Gaspar como vice na sua chapa.
Entre os documentos enviados a PF estariam capturas de tela de conversas que indicariam uma suposta tentativa de pagamento de R$ 70 mil para que a vítima permanecesse em silêncio.
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