Erika Hilton e Donald Trump. Fotos: Bruno Spada/Câmara dos Deputados e reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) reuniu o apoio de mais de 150 entidades e parlamentares para acionar a Organização das Nações Unidas (ONU) após enfrentar problemas na emissão de seu visto diplomático para os Estados Unidos. Segundo a parlamentar, autoridades americanas informaram que o documento viria com a marcação de gênero masculino, contrariando sua identidade de gênero.
“O fiz porque é meu direito, enquanto parlamentar brasileira, ter minha identidade, documentação e inviolabilidade diplomática respeitada ao representar meu país e meu povo em missão oficial, mesmo em mecanismos internacionais localizados nos EUA”, afirmou Hilton em publicação nas redes sociais.
O grupo protocolou a denúncia na última terça-feira, 29 de abril, acusando o governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, de violar direitos humanos ao alterar arbitrariamente o marcador de gênero em documentos oficiais emitidos por outros países.
“Este ato oficial [de emitir o passaporte com gênero errado] desrespeita sua condição de parlamentar, no exercício diplomático de suas atividades políticas, e sua identidade como mulher trans negra, além de agravar sua exposição à discriminação institucional e à violência transfóbica, escancara uma violação sistemática de um grupo específico por parte do governo americano”, aponta o texto apresentado à ONU.
Além disso, o grupo protocolou uma segunda ação, dessa vez na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). O pedido solicita medidas cautelares para que os Estados Unidos corrijam o visto diplomático e passem a reconhecer, na categoria “sexo”, o gênero feminino da parlamentar.
Pelas redes sociais, Erika Hilton também criticou a postura do governo americano.
“Se os Estados Unidos quiserem desrespeitar esses acordos e a inviolabilidade diplomática de representantes estrangeiros em vista a mecanismos internacionais sediados no próprio país, que assumam isso abertamente. De preferência, por escrito”, declarou.
Entre os parlamentares que assinam a representação estão o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso Nacional; a deputada chilena Emilia Schneider; e a senadora uruguaia Bettiana Díaz.
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Segundo a reportagem, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, comunicou a Fachin que conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Banco Master, trazem referências frequentes ao ministro.
A apresentação acontecerá na Marquês de Sapucaí e terá como tema a trajetória pessoal e política do chefe do Executivo.
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