Quem estiver com o título cancelado tem até o dia 6 de maio para fazer a regularização.
23 de março de 2026 às 13:51 - Atualizado às 13:53
Prédio do TSE Brasília Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil
Cidadãos com o título eleitoral cancelado tem até 6 de maio para fazer sua regularização e ficar em dia com a Justiça Eleitoral antes de sofrer bloqueios. O cancelamento do título pode se dar a vários fatores como quem não participou de eventual revisão do eleitorado, quem não votou nas últimas eleições, não justificou e não pagou as multas referentes á ausência em três eleições consecutivas, incluindo turnos e pleitos suplementares, entre outras situações.
Os bloqueios para o eleitor que não regulariza seu título o impede em várias áreas pessoas e trabalhistas.
Não poderá votar: Perde o direito de participar das eleições e exercer seu direito de escolha como cidadão dos representantes públicos.
Não poderá concorrer a eleições: Não podendo se candidatar a cargos públicos eletivos.
Não poderá receber salários ou proventos de função pública: Pode ter impedimentos para receber de cargos públicos.
Não poderá tirar passaporte: Fica impedido de emitir o documento e realizar viagens.
Não poderá se inscrever em concurso: Não podendo realizar provas e disputar cargos públicos.
Não poderá renovar matrícula: Pode ter dificuldades em instituições públicas de ensino.
Não poderá obter documentos em repartições diplomáticas: Dificultando serviços em consulados e embaixadas.
A pessoa fica com várias restrições civis e administrativas até regularizar sua situação.
O primeiro passo é consultar a situação, que pode ser feita de várias maneiras simples como acessando o "Autoatendimento Eleitoral" no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pela internet, após isso, você pode clicar em "Título Eleitoral", vá até a opção "Regularize seu título", preencha o formulário e envie os documentos solicitados e siga as demais instruções. Estas etapas podem ser feitas também através do aplicativo "e-Título", também podendo entrar em contato com o cartório eleitoral por telefone ou presencialmente até o dia 6 de maio.
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Em março, o presidente marcava 46% em um eventual segundo turno enquanto o senador tinha 43%, empatados dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais.
"De fato, esta será uma eleição decisiva para o futuro do nosso País, mas tenho convicção de que Lula será reeleito", disse o deputado federal.
Principais nomes do pleito, Raquel Lyra e João Campos, serão testados em mais um levantamento.
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