Nas últimas quatro eleições gerais, o índice havia sido de 20,79% em 2022, 20,33% em 2018 e 19,39% em 2014. Dos 158.745.463 eleitores aptos a votar no País, 78,92% compareceram às urnas.
05 de outubro de 2026 às 12:13 - Atualizado às 12:32
Mais de 33 milhões de eleitores não votaram no 1º turno e abstenção foi de 21,08%, maior desde 1998. Foto: Reprodução/TSE
Mais de 33 milhões de eleitores não compareceram às urnas neste primeiro turno das eleições de 2026, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A taxa de abstenção foi de 21,08%, contra 20,95% no primeiro turno de 2022 A taxa registrada no domingo, 4, é a maior desde 1998.
Nas últimas quatro eleições gerais, o índice havia sido de 20,79% em 2022, 20,33% em 2018 e 19,39% em 2014. Dos 158.745.463 eleitores aptos a votar no País, 78,92% compareceram às urnas.
Entre os Estados, Mato Grosso do Sul registrou a maior taxa de abstenção, com 23,85%, enquanto Ceará teve a menor, com 15,33%.
O índice elevado de abstenção não era uma possibilidade descartada antes da votação. A pesquisa Travessia, realizada com exclusividade para o Estadão e divulgada em 2 de outubro, mostrou que 20,2% dos eleitores ainda não tinham certeza se compareceriam às urnas.
Outros 78,5% diziam ter certeza de que votariam e 1,3% não souberam ou não responderam.
Estadão Conteúdo
13:11, 05 Out
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O senador terminou o primeiro turno com 2.224.965 votos a mais que o petista, uma diferença de 1,87 ponto percentual. Com o resultado, os dois candidatos avançam para o segundo turno.
Presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, afirmou que fluxo de dados acima do normal provocou atraso de cerca de uma hora.
A eleição presidencial é decidida em segundo turno quando nenhum candidato obtém mais da metade dos votos válidos no primeiro turno.
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