Donald Trump e Kamala Harris. Arte montagem: Portal de Prefeitura.
As últimas pesquisas realizadas pela Atlas mostram um cenário desafiador para a vice-presidente Kamala Harris na corrida pela presidência dos Estados Unidos. Apesar de liderar em apenas um dos sete estados considerados decisivos para o resultado do Colégio Eleitoral—Wisconsin—Harris enfrenta uma batalha acirrada em outros estados-chave, onde a vantagem do ex-presidente Donald Trump é notável.
Nos estados de Arizona, Nevada e Carolina do Norte, Trump apresenta uma vantagem significativa, dificultando a mobilização de Harris para conquistar os votos necessários. A disputa está especialmente acirrada nos chamados "cinturões da ferrugem", regiões onde a classe trabalhadora tradicionalmente apoiou os democratas, mas que nas últimas eleições mostraram um apoio crescente aos republicanos.
De acordo com as projeções do Colégio Eleitoral baseadas nas pesquisas atuais, Trump teria 287 votos contra 226 de Harris, o que o colocaria em uma posição confortável para a vitória. Para que a vice-presidente tenha chances reais de sucesso, será crucial que ela consiga inverter a liderança de Trump na Pensilvânia, um estado que tem se mostrado fundamental em eleições anteriores.
As análises são complementadas por dados do Centro de Política da Universidade da Virgínia, que fornece classificações públicas para estados onde não foram realizadas pesquisas recentes. O tempo está se esgotando, e a corrida se intensifica à medida que os candidatos se preparam para os debates e a campanha avança.
Com o clima político aquecido e a polarização crescente entre os eleitores, o que acontecer nos próximos dias poderá ser decisivo para moldar o futuro da corrida presidencial. Harris terá que intensificar seus esforços para mobilizar a base democrática e atrair eleitores indecisos, enquanto Trump busca consolidar sua vantagem nos estados críticos. A contagem regressiva para as eleições já começou, e o resultado pode depender de cada voto.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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