Eduardo Moura e João Campos. Foto: Divulgação
O vereador do Recife, Eduardo Moura (NOVO), criticou a postura do prefeito João Campos (PSB) diante da violência entre torcedores organizados do Sport e do Santa Cruz.
Sobretudo, o parlamentar afirmou que o gestor municipal tenta transferir toda a responsabilidade para o Estado, sem considerar que a segurança pública também deve ser uma preocupação da Prefeitura.
Segundo o vereador, Recife conta com apenas 1.500 guardas municipais, um efetivo insuficiente para garantir a segurança da população em eventos de grande porte.
Eduardo Moura também destacou que a Guarda Municipal não possui armamento nem treinamento adequado para atuar em situações de risco, o que, na sua visão, compromete a atuação preventiva contra a criminalidade.
O vereador mencionou o artigo 144 da Constituição Federal, que estabelece a segurança pública como dever do Estado, direito e responsabilidade de todos.
O parlamentar também criticou os investimentos da Prefeitura na área. Segundo ele, João Campos destinou R$ 5 milhões para a segurança pública em 2025, o mesmo valor de 2024. No entanto, o vereador afirmou que, no ano passado, a gestão municipal não chegou a gastar nem R$ 3 milhões desse montante, demonstrando, em sua opinião, falta de prioridade para o setor.
Em tom crítico, Eduardo Moura classificou a atuação do prefeito como ineficiente e afirmou que João Campos está mais preocupado com sua presença nas redes sociais do que com a segurança dos recifenses.
"Nossa Guarda é sucateada. Não é armada e nem treinada. As cenas de violência que a gente viu também são responsabilidade do prefeito. Você não se preocupa com a segurança pública, você só se preocupa em ser TikTok", declarou o vereador.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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