Eduardo Moura e João Campos. Foto: Bruno Vila Nova/Portal de Prefeitura e Reprodução/Tv Cultura
Durante pronunciamento nas redes sociais, o vereador Eduardo Moura (NOVO) criticou a forma como a Prefeitura do Recife, através de sua assessoria de comunicação, tem tentado descredibilizar o pedido de impeachment protocolado no último dia 02 de janeiro, contra o prefeito João Campos (PSB).
A declaração foi feita após a repercussão de uma nota atribuída à Câmara Municipal do Recife, divulgada em matéria publicada pelo Portal G1. A nota afirma que “o pedido solicitado não cumpre os requisitos previstos na Lei Orgânica do Município” e que “a Procuradoria da Casa Legislativa está fazendo a análise da matéria para que seja definido se haverá tramitação”.
Após ser pego de surpresa, o parlamentar decidiu verificar pessoalmente a situação do processo junto ao setor legislativo da Casa, que negou a informação.
“Isso é mentira. Eu acabo de comprovar no próprio Departamento Legislativo da Câmara Municipal do Recife. Os próprios servidores negaram qualquer encaminhamento do pedido para a Procuradoria”, diz Moura, confirmando que o procedimento consta no sistema oficial com número de protocolo e seguirá normalmente o trâmite ordinário. “O que está acontecendo agora é uma revisão ortográfica para saber se têm termos que precisam ser trocados ou não”, explica o vereador.
O pedido de impeachment deve ser apreciado pelo plenário da Casa de José Mariano já no início do próximo período legislativo.
“No dia 3 de fevereiro ele deve ser colocado em votação. E vai ser votação nominal, para que todos saibam quais vereadores votaram a favor ou contra o impeachment”, declarou.
O vereador, Eduardo Moura também criticou a atuação da comunicação oficial da gestão municipal.
“Isso é mais uma tentativa da assessoria de imprensa da Prefeitura do Recife de tentar tirar a força do pedido de impeachment, de tentar descredibilizar, de dizer que não vai passar. Mas já passou! É lei federal e tem que ser cumprida”, afirma. Segundo o líder do NOVO na câmara, medidas jurídicas já estão sendo adotadas. “Existe um crime chamado fake News e o meu jurídico já foi acionado. A próxima mentira que eles tentarem divulgar eu vou acionar pessoalmente o responsável pela assessoria de imprensa da prefeitura. Recado dado. E, João Campos: nos vemos aqui na primeira sessão ordinária da câmara de vereadores”, finalizou.
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Em um dos trechos da conversa, o dono do Banco Master disse que chegou a fazer com ela uma chamada de vídeo exibindo a presença do ministro do STF.
Mesmo com saldo positivo de 752 vagas formais em janeiro de 2026,um total de 23% das famílias recifenses ainda dependem de programas sociais.
No lugar, assumirá o secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), apelidado de Conselhão, Olavo Noleto.
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