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Eduardo Bolsonaro diz que vai pedir asilo político nos EUA após pedir licença do cargo de deputado

O parlamentar diz ser alvo de perseguição, critica o ministro do STF Alexandre de Moraes e chama a Polícia Federal de "Gestapo", polícia secreta da Alemanha nazista.

Ricardo Lélis

18 de março de 2025 às 18:04   - Atualizado às 18:04

Deputado Federal Eduardo Bolsonaro.

Deputado Federal Eduardo Bolsonaro. Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (18), durante entrevista à CNN, que pretende pedir asilo político ao governo dos EUA após anunciar que pediu licença do seu cargo.

“Não tenho voo de volta para o Brasil. Devo fazer o pedido de asilo político ao governo dos Estados Unidos”, disse o parlamentar.

Eduardo Bolsonaro pediu licença do cargo na Câmara dos Deputados para viver nos Estados Unidos "para buscar sanções aos violadores dos direitos humanos". 

Em postagem publicada nas redes sociais, ele diz ser alvo de perseguição, critica o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e chama a Polícia Federal de "Gestapo", polícia secreta da Alemanha nazista.

"Irei me licenciar sem remuneração para que possa me dedicar integralmente e buscar sanções aos violadores de direitos humanos. Aqui, poderei focar em buscar as justas punições que Alexandre de Moraes e a sua Gestapo da Polícia Federal merecem", disse.

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Eduardo era o favorito para assumir a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN), o que era alvo contestação do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parlamentar deseja que o líder da oposição, deputado Zucco (PL-RS) seja o presidente do colegiado.

Zucco diz que também tem o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro

"A indicação do meu nome também foi endossada pelo presidente Jair Bolsonaro. Como bom soldado que sempre fui, recebo a indicação do meu nome como uma missão a ser cumprida", afirmou.

Eduardo afirmou que a decisão foi difícil, mas que era a melhor forma de "pressionar" Alexandre de Moraes, já que, o ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do deputado, "está condenado"

"A gente está vendo uma maneira de pressionar Alexandre de Moraes a parar esse pacote de maldades dele. Eu acho que todo mundo já entendeu que no Brasil não existe possibilidade de defender esse jogo. Você pode botar o Ruy Barbosa para defender o pessoal do 8 de Janeiro ou Jair Bolsonaro. Ele já está condenado. Vai ser preciso fazer uma exposição pública do que ele está fazendo, das atrocidades que está cometendo, para causar um constrangimento, e, quem sabe até, sanções contra ele. Porque você tem que ir onde está o conforto da pessoa", disse Eduardo.

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