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Donald Trump é diagnosticado com insuficiência venosa crônica; entenda sobre a doença

A confirmação veio por meio de Karoline Leavitt, porta-voz oficial do governo, durante coletiva de imprensa com jornalistas em Washington.

Isabella Lopes

17 de julho de 2025 às 16:24   - Atualizado em 10 de outubro de 2025 às 08:07

Donald Trump.

Donald Trump. Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Casa Branca informou nesta quinta-feira, 17 de julho, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi diagnosticado com insuficiência venosa crônica. A confirmação veio por meio de Karoline Leavitt, porta-voz oficial do governo, durante coletiva de imprensa com jornalistas em Washington.

Leavitt explicou que Trump procurou atendimento médico após apresentar inchaço nas pernas e hematomas visíveis nas mãos. Segundo a equipe médica responsável pela avaliação do presidente, os sintomas motivaram uma série de exames, incluindo um ultrassom, que resultaram no diagnóstico.

De acordo com a porta-voz, a condição não representa risco grave à saúde e é considerada comum em pessoas com mais de 70 anos.

“A insuficiência venosa crônica é um problema recorrente em idosos, especialmente em indivíduos que passam muito tempo em pé ou têm histórico de uso de medicamentos como a aspirina, que Trump toma regularmente como parte de sua prevenção cardiovascular”, afirmou.

A aparição de hematomas no dorso das mãos do presidente também chamou atenção nos últimos dias, especialmente após fotos em eventos públicos mostrarem as marcas. Leavitt esclareceu que essas manchas se devem à combinação de uso prolongado de aspirina e à prática constante de apertos de mão, o que pode causar irritações leves nos tecidos moles da região.

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Diagnóstico após rumores sobre aparência

O anúncio do diagnóstico foi feito após uma onda de especulações nas redes sociais e na imprensa americana. As imagens que mostravam o presidente com tornozelos visivelmente inchados e mãos maquiadas levantaram questionamentos sobre seu estado de saúde. A repercussão motivou a Casa Branca a adotar uma postura mais transparente.

“A decisão de compartilhar a condição médica do presidente partiu dele mesmo, como forma de esclarecer os rumores e tranquilizar a população”, disse Leavitt. Ela reforçou que a insuficiência venosa crônica não interfere na capacidade de Trump de exercer suas funções presidenciais e que o quadro está sob controle com acompanhamento médico.

O que é insuficiência venosa crônica?

A insuficiência venosa crônica é uma condição em que as veias das pernas não conseguem bombear o sangue de volta ao coração de forma eficiente. Isso pode provocar sintomas como inchaço, dor, sensação de peso nas pernas, além de varizes e, em casos mais severos, úlceras na pele.

No caso do presidente, a equipe médica considera a condição leve. Os profissionais prescreveram medidas de rotina como o uso de meias de compressão, exercícios leves e monitoramento periódico da circulação.

“Trata-se de uma medida preventiva para evitar o agravamento da condição, que é totalmente gerenciável com os cuidados adequados”, reforçou a porta-voz.

Tratamento não afeta agenda presidencial

Apesar do diagnóstico, Trump mantém sua rotina normalmente. Segundo a Casa Branca, ele seguirá com os compromissos previstos para as próximas semanas, incluindo encontros com líderes estrangeiros, visitas oficiais e eventos de campanha. A equipe médica continuará monitorando o quadro, mas assegura que não há necessidade de afastamento ou mudanças em sua agenda.

Leavitt também rebateu especulações de que o presidente estaria tentando esconder a condição.

“O presidente tem total compromisso com a transparência e a saúde pública. Esse esclarecimento visa combater a desinformação e reforçar a confiança da população.”

A declaração da Casa Branca ocorre em meio a uma série de discussões sobre saúde e longevidade de líderes políticos, tema que tem ganhado destaque nos Estados Unidos com o avanço da idade de diversos nomes influentes na política nacional.

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