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Donald Trump afirma que em seu primeiro dia de governo irá "deter a loucura transgênero"

O presidente eleito dos Estados Unidos, também voltou a fazer ameaças contra os cartéis mexicanos e de retomar o controle do Canal do Panamá. 

Isabella Lopes

23 de dezembro de 2024 às 16:14   - Atualizado às 16:18

Donald Trump.

Donald Trump. Foto: Reprodução.

Neste domingo, 22 de dezembro, Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, afirmou que no primeiro dia do seu segundo mandato, irá deter a "loucura transgênero". 

Donald também voltou a fazer ameaças contra os cartéis mexicanos e de retomar o controle do Canal do Panamá. 

"Assinarei ordens executivas para acabar com a mutilação sexual infantil, tirar os transgêneros do exército e das nossas escolas dos ensinos fundamental e médio", disse o presidente eleito em um ato para jovens conservadores em Phoenix, Arizona.

Ele também prometeu "manter os homens fora dos esportes femininos". "Será política oficial do governo dos Estados Unidos que haja apenas dois gêneros, masculino e feminino", acrescentou.

O presidente eleito, intensificou o debate sobre as políticas relacionadas aos transgêneros, um tema que tem polarizado a política americana nos últimos anos. Enquanto isso, os estados controlados por democratas e republicanos seguem direções opostas, com divergências sobre tratamentos médicos para transgêneros e a permissão de livros sobre o tema em bibliotecas públicas e escolares.

Trump afirmou que uma "nova era" está prestes a começar com seu retorno à Casa Branca, enquanto revelou as promessas para seu segundo mandato.

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"Em 20 de janeiro, os Estados Unidos virarão para sempre a página de quatro longos e horríveis anos de fracasso, incompetência e decadência nacional, e inauguraremos uma nova era de paz, prosperidade e grandeza nacional", disse Trump, em alusão à sua posse.

Cartéis Mexicanos 

Em seu discurso na conferência AmericaFest, em um estado decisivo onde venceu as eleições de novembro, Trump anunciou que designará os cartéis mexicanos como organizações terroristas estrangeiras, uma medida que pretende implementar imediatamente. Ele retomou essa iniciativa, que já havia mencionado em seu mandato anterior, mas que foi arquivada a pedido do presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador, que havia concordado em cooperar na questão da segurança.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, rejeita a designação das máfias mexicanas como organizações terroristas, argumentando que isso poderia ameaçar a soberania do país e resultar em uma incursão estrangeira.

"Nós colaboramos, coordenamos, trabalhamos juntos, mas nunca seremos subordinados. O México é um país livre, soberano, independente e não aceitamos intervencionismos no nosso país", disse Sheinbaum neste domingo, durante uma visita ao estado de Sinaloa, que sofre com uma escalada de violência do crime desde setembro.

Trump reforçou que assim que assumir o poder, lançará "a maior operação de deportação (de migrantes) da história dos Estados Unidos".

Trump sobre o Canal Panamá

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, criticou as tarifas excessivas cobradas pelo Panamá para o uso do Canal do Panamá, que permite aos navios atravessarem entre os oceanos Pacífico e Atlântico. O país da América Central repudiou as ameaças.

Trump classificou os valores como "ridículos" e afirmou que o canal, considerado estratégico para o comércio e a segurança nacional dos EUA, não deveria beneficiar outros países, mencionando indiretamente a China.

"O Canal do Panamá é considerado um ativo nacional vital para os EUA, devido ao seu papel crucial para a economia e segurança nacional. Ele foi dado ao Panamá para administração, não para outros países, e certamente não para impor tarifas exorbitantes aos EUA, sua Marinha e suas empresas", escreveu Trump.

O republicano afirmou que os EUA têm o direito de exigir a devolução do controle da hidrovia, caso não sejam garantidas operações consideradas justas e eficientes.

"Se os princípios, tanto morais quanto legais, deste gesto magnânimo de doação não forem respeitados, exigiremos que o Canal do Panamá nos seja devolvido, integralmente e sem questionamentos", publicou o magnata, a pouco menos de um mês do início de seu segundo mandato como presidente dos EUA. "Esse completo roubo do nosso país vai parar imediatamente", disse. Não está claro como ele poderia tentar reaver o controle do canal - ele não teria nenhum amparo da lei internacional.

Falando a uma multidão de apoiadores no Arizona neste domingo, 22 de dezembro, Trump voltou a dizer que não deixaria o canal cair em "mãos erradas", alertando sobre uma possível influência chinesa na passagem.

A China não controla ou administra o canal, mas uma subsidiária da CK Hutchison Holdings, com sede em Hong Kong, gerencia dois portos localizados nas entradas do Caribe e do Pacífico para o canal, segundo a agência Reuters.

Com informações Estadão Conteúdo 

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