31 de março de 2024 às 10:40
Na Nicarágua, a advogada Martha Patrícia Molina denunciou a proibição das procissões de Páscoa pelo governo de Daniel Ortega.
Segundo a advogada, mais de 4 mil agentes da Polícia Nacional foram mobilizados para reprimir os eventos religiosos durante a Semana Santa.
De acordo com Martha, a proibição das procissões visa não apenas intimidar, mas também garantir que não haja manifestações contra o regime.
Ela ressalta que a justificativa não faz sentido, já que a Páscoa é um momento de pagamento de promessas e reflexão espiritual para os fiéis, desassociado dos problemas políticos do país.
Desde o início da Quaresma, mais de 4,8 mil procissões foram proibidas, com o governo permitindo apenas o que chamou de "procissões populares".
Na sexta-feira, 29 de março, uma via-crúcis restrita ao entorno das igrejas foi realizada pelos fiéis, mesmo diante das restrições impostas pelo governo de Ortega.
O grupo religioso tem enfrentado forte repressão, um dos exemplos é a prisão de cerca de 20 clérigos durante as comemorações de Natal e Ano Novo de 2023. Eles foram liberados apenas após um acordo com o Vaticano, sendo enviados para Roma.
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