Deputado licenciado Jarbas Filho e o secretário Raul Henry. Foto: Montagem Portal/Alepe/Câmara dos Deputados
O candidato à presidência do MDB e deputado estadual licenciado, Jarbas Filho, afirmou que seu adversário, Raul Henry, atual presidente da sigla, está na disputa apenas em benefício próprio, e não pelo bem do partido.
Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, na manhã desta sexta-feira, 23 de maio, o deputado classificou Henry como "mentiroso, leviano e covarde" por afirmar que a racha do partido é por posicionamentos políticos.
Além disso, Jarbas alegou que a eleição interna do pleito está sofrendo interferências do Partido Socialista Brasileiro (PSB).
"É isso que tem acontecido no partido. Nós, hoje, estamos subservientes, não estamos com vida própria, não escutamos nossos membros e filiados. Se o partido continuar com ele, o partido já tem destino para as eleições de 2026, porque está conta já está paga", disparou.
”Interferência tem da Prefeitura do Recife, do Tribunal de Contas do Estado e de vários outros agentes que tentam atrapalhar o processo interno. Mas como Raul é funcionário de João Campos, não é isento. Nós somos isentos”, complementou Jarbas Filho.
O deputado fez questão de pontuar que a decisão de concorrer à presidência é por falta da política interna partidária.
A briga pelo comando do MDB em Pernambuco vem se intensificando nos últimos meses. Em abril, Henry perdeu o apoio do ex-governador e fundador do partido, Jarbas Vasconcelos, pai de Jarbas Filho.
A ruptura abriu espaço para uma disputa interna pelo comando do partido, que deve ser decidida na eleição do Diretório Estadual, marcada para agosto.
Da redação do Portal com informações do Blog da Folha de Pernambuco
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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