Caso consta em relatório que foi divulgado na última quinta-feira, 14 de abril. Identidade das presidiárias é mantido em sigilo.
19 de abril de 2022 às 10:56
Um relatório de um presídio estadual em Nova Jérsei, nos Estados Unidos, informou, na última quinta-feira, 14 de abril, que duas detentas engravidaram após manterem “relações sexuais consensuais” com uma colega de cela trans. As informações são do jornal New York Post. As prisioneiras cumprem pena na única penitenciária feminina do estado, a Edna Mahan Correctional Facility. Embora o presídio tenha uma vigilância rígida quanto ao contato entre detentas e visitantes, a relação entre as encarceradas passou despercebida. Desde 2021, o estado de Nova Jérsei permite que as pessoas cumpram suas penas em presídios de acordo com sua identidade de gênero. No caso do Edna Mahan Correctional Facility, não é necessário que transexuais passem por cirurgia de mudança de sexo. Até o momento, 27 das 800 encarceradas na penitenciária são transexuais. Leia mais: >>> STJ aceita aplicação da Lei Maria da Penha para mulheres transexuais
O presidente americano, Joe Biden, anunciou uma série de medidas para a comunidade trans no dia 31 de março, Dia Internacional da Visibilidade Trans. Na ocasião, o chefe de Estado disse que pessoas transexuais foram feitas “à imagem de Deus” e merecem “apoio”.
“Para todos que comemoram o Dia da Visibilidade Trans, quero que saibam que seu presidente vê você por quem você é: feito uma imagem de Deus e merecedor de dignidade, respeito e apoio. Sabemos que é difícil quando há quem não te veja, não te respeite”, declarou ele em comunicado publicado nas redes sociais.
Biden citou medidas aprovadas em seu governo, como a criação do indicador “gênero X” nos passaportes. A mudança é voltada para pessoas não binárias, ou seja, que não se identificam com o sexo feminino ou masculino. Ela estará disponível a partir do dia 11 de abril. Da redação do Portal com informações do Pleno News
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Para o ministro do STF, a ida do banqueiro à audiência é facultativa, justamente pelo fato de estar na condição de investigado no processo.
O órgão ressaltou que a participação de magistrados em associações privadas, por si só, não configura violação às normas constitucionais ou legais.
O samba terminou na avenida, mas a narrativa política apenas começou.
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