20 de fevereiro de 2024 às 12:43
O deputado estadual João Paulo (PT) saiu em defesa do presidente Lula, que comparou as ações militares de Israel contra palestinos na Faixa de Gaza ao Holocausto.
O assunto repercutiu na reunião plenária da Alepe desta segunda-feira, 19 de fevereiro.
Durante o pequeno expediente o parlamentar, prestou solidariedade aos palestinos e demonstrou apoio ao posicionamento de Lula, que foi considerado persona non grata em Israel após os comentários feitos no último domingo (18).
Para João Paulo, o presidente agiu corretamente ao deixar explícita a posição da diplomacia brasileira de não aceitar o massacre das populações de Gaza.
“O genocídio de Israel é uma retaliação desproporcional ao ataque do grupo Hamas ocorrida em Israel, também já condenada pelo Governo Brasileiro, e atinge civis inocentes no território em que querem apenas viver em paz em sua terra”, afirmou o petista, acrescentando que o apoio aos palestinos e à posição do presidente Lula “é compactuada por povos de todo o mundo e diversas entidades globais”.
Ainda sobre o assunto João Paulo se manifestou na rede social X.
"O presidente Lula não deve desculpas ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Ele é quem deve desculpas ao povo palestino pelo genocídio que promove há mais de seis meses, matou 30 mil pessoas - entre as quais 12 mil crianças -, destruiu hospitais, escolas e universidades em Gaza e deixou milhares de civis entregues à fome", escreveu o deputado.
O presidente Lula não deve desculpas ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. Ele é quem deve desculpas ao povo palestino pelo genocídio que promove há mais de seis meses, matou 30 mil pessoas - entre as quais 12 mil crianças -, destruiu hospitais, escolas e…
— João Paulo ⭐ (@joaopaulodopt) February 20, 2024
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Com a chegada do deputado estadual, a sigla passa a ter representação na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe)
As medidas judiciais também contemplam o afastamento cautelar de agentes públicos de suas funções, bem como o sequestro e o bloqueio de bens e de valores.
Um dos desafios colocados para a deputada pelo União Progressista é a construção de um plano de governo, a partir do Conselho em Defesa das Mulheres.
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