Também esteve presente no evento o deputado estadual e Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, Adalto Santos.
29 de agosto de 2023 às 13:20
O deputado federal, Eduardo da Fonte (PP-PE), participou do Encontro Anual da Donem na tarde do último sábado, 26 de agosto. A associação pernambucana, que atende crianças portadoras da Atrofia Muscular Espinhal (AME) e outras doenças neuromusculares, realiza o encontro com o propósito de proporcionar um espaço para debater os cuidados e tratamentos dessas crianças, além de possibilitar a troca de experiências entre os participantes. Leia mais: >>>Deputado Eduardo da Fonte participa de agenda no Hospital do Câncer de Pernambuco, ao lado da governadora Raquel Lyra Também esteve presente no evento o deputado estadual e Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa, Adalto Santos.
“Primeiro gostaria de parabenizar Suhellen, pelo trabalho desenvolvido à frente da Donem e por este momento fundamental onde pudemos discutir temas essenciais para o fortalecimento desse trabalho. Me coloco à disposição para seguir apoiando essa causa”, disse o deputado federal Eduardo da Fonte.
O parlamentar, que defende a pauta no Congresso Nacional, é autor da Lei que inclui a Atrofia Muscular Espinhal (AME) na triagem neonatal, conhecida como Teste do Pezinho, atualmente em fase de implementação pelo Ministério da Saúde. O exame é capaz de diagnosticar a AME e outras 52 doenças.
“Conseguimos tornar Lei a obrigatoriedade do Teste do Pezinho. É uma oportunidade concreta de detecção precoce de condições de saúde, permitindo intervenções mais eficazes e tratamentos adaptados desde os primeiros momentos da vida”, acrescentou o parlamentar.
A Donem realiza o encontro, anualmente, em agosto, mês de conscientização da Atrofia Muscular Espinhal (AME). A associação atende cerca de 300 famílias de Pernambuco e estados vizinhos.
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
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