Davi Muniz retira pré candidatura e declara apoio a Socorrinho da APAMI para deputada estadual. Foto: Divulgação
O cenário político de Pernambuco ganhou uma nova movimentação importante nos bastidores. O vereador do Recife Davi Muniz, do PSD, decidiu retirar sua pré-candidatura a deputado estadual e declarou apoio ao projeto de Socorrinho da APAMI, pré-candidata a deputada estadual pelo Avante.
A decisão chama atenção pelo peso político de Davi, que vinha sendo colocado como um dos nomes do PSD na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Com forte atuação no Recife, especialmente nas comunidades, o vereador vinha construindo sua caminhada para 2026, mas optou por mudar de rota e fortalecer a pré-candidatura de Socorrinho.
A aliança movimenta os bastidores porque une dois nomes com inserção popular e trajetória marcada pelo trabalho direto com a população. Davi Muniz, que construiu sua carreira política a partir das bases comunitárias, passa a somar força ao projeto de Socorrinho da APAMI, liderança reconhecida pelo trabalho social e pela atuação em defesa das pessoas que mais precisam.
Nos meios políticos, a retirada da pré-candidatura de Davi à Alepe é vista como um gesto de composição e estratégia. Em vez de seguir em uma disputa própria, o vereador passa a atuar na construção de uma candidatura que pode ganhar novo fôlego com sua chegada ao grupo.
A movimentação também terá reflexos no Recife e em outras regiões onde Davi mantém diálogo político. Seu apoio pode ampliar a presença de Socorrinho em bases eleitorais importantes e abrir novas frentes de articulação para a pré-candidata do Avante.
Com a decisão, Davi Muniz mostra que seguirá participando ativamente do processo eleitoral, agora em outro papel. Fora da disputa direta por uma vaga na Alepe, o vereador entra na campanha como aliado estratégico de Socorrinho da APAMI, em uma aliança que promete gerar novos desdobramentos no tabuleiro político estadual.
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A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.
O texto prevê o fim do modelo de seis dias de trabalho para um de descanso e estabelece a redução da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial.
Após intermediação do MPT, ficou acertado entre a empresa e a CNTC que cada trabalhador receberá R$ 7,5 mil, pagamento de aviso prévio, multa de 40% sobre o FGTS, além de comissões.
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