Pesquisa para o Governo de Pernambuco. Foto: Portal de Prefeitura
A pesquisa Datafolha sobre a disputa pelo Governo de Pernambuco revelou diferenças importantes no comportamento do eleitorado entre a Região Metropolitana do Recife (RMR) e os municípios do interior do estado.
Os números divulgados na última quinta-feira, 28 de maio, indicam que no Grande Recife, os dois principais nomes da disputa aparecem tecnicamente empatados. Raquel Lyra registra 48% das intenções de voto, enquanto João Campos também alcança 48%. Os votos brancos e nulos somam 3%.
O resultado chama atenção porque a Região Metropolitana sempre representou uma das principais bases políticas de João Campos. O levantamento sugere uma redução da vantagem que o ex-prefeito do Recife costumava apresentar na área mais populosa do estado.
A disputa equilibrada na RMR é diferente dos números registrados no interior de Pernambuco. Nos municípios fora do Grande Recife, a governadora aparece com uma vantagem mais confortável. Segundo a pesquisa, Raquel Lyra alcança 53% das intenções de voto, enquanto João Campos registra 41%. A diferença é de 12 pontos percentuais no interior.
No cenário estadual de segundo turno, a pesquisa aponta Raquel Lyra com 51% das intenções de voto contra 44% de João Campos. Os votos brancos e nulos representam 4% dos entrevistados.
O estudo ouviu 1.022 eleitores em diversos municípios pernambucanos. Segundo os dados técnicos divulgados, a pesquisa possui margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, índice utilizado para medir a segurança estatística dos resultados apresentados. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-07888/2026 e BR-04242/2026. O registro atende às exigências da legislação eleitoral para divulgação de pesquisas de intenção de voto.
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O órgão pede ainda o pagamento de R$ 50 milhões por danos morais coletivos. A empresa tem até 24 horas, a partir da notificação, para remover 14 conteúdos identificados pelo MPT.
Perante o Plenário, AGU sustentou que o diagnóstico, por si só, não justifica o afastamento definitivo do serviço militar.
A solenidade está prevista para 18 de dezembro, após o término dos prazos legais para o processamento dos resultados e eventuais contestações.
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