Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e Tarcísio Foto: Reprodução/REDE SOCIAL
A mais recente pesquisa do Datafolha, divulgada neste sábado (7), mostra que a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no segundo turno das eleições de 2026 caiu significativamente. O levantamento indica que Lula soma 46% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 43%, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. Em dezembro de 2025, a diferença era de 15 pontos, evidenciando uma corrida presidencial muito mais acirrada.
O resultado reforça a consolidação de Flávio Bolsonaro como principal representante do bolsonarismo, ocupando o espaço político que muitos esperavam que fosse de candidatos de centro-direita mais moderados. A pesquisa mostra que a base radicalizada do ex-presidente Jair Bolsonaro permanece firme, e o sobrenome continua sendo um ativo eleitoral relevante para a candidatura do filho.
No cenário espontâneo, sem apresentação de nomes, Flávio passou a ser citado por 12% dos eleitores, enquanto Lula ficou com 25%. Jair Bolsonaro, inelegível, aparece com apenas 3%, indicando que a marca política da família se transfere cada vez mais para Flávio.
Especialistas políticos avaliam que a redução da vantagem de Lula e o aumento da competitividade de Flávio podem mudar a estratégia de campanha do PT, que precisará investir mais em mobilização e comunicação para manter a liderança. Já a direita brasileira enfrenta uma decisão sobre se unirá em torno do bolsonarismo ou buscará alternativas centristas, diante do crescimento do senador como polo de disputa.
O levantamento também indica alto nível de rejeição entre ambos os candidatos. Lula apresenta 46% de rejeição, enquanto Flávio tem 45%, confirmando a polarização intensa e o núcleo duro consolidado em cada campo político.
A pesquisa Datafolha, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03715/2026. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre os dias 3 e 5 de março em 137 municípios brasileiros, com nível de confiança de 95%.
O cenário apresentado aponta que a disputa presidencial de 2026 será marcada por alta competitividade e polarização, com pouca margem para candidatos intermediários. Lula continua à frente, mas Flávio Bolsonaro surge como o principal rival, reduzindo a diferença a níveis inéditos e tornando o segundo turno uma corrida apertada.
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A senadora também mencionou que acredita que o filho do ex-presidente é o candidato com mais chances de enfrentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no pleito.
"Coloco meu nome à disposição com a responsabilidade de quem conhece de perto as necessidades do povo", disse o ex-prefeito de Goiana.
Durante a solenidade, foi destacada a relevância da atuação do Ministério da Pesca e Aquicultura, especialmente sob a condução do ministro André de Paula.
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