Deputada estadual do PSOL, Dani Portela. Foto: Reprodução/Portal de Prefeitura
A deputada Dani Portela (PSOL) declarou ser urgente que as redes sociais sejam regulamentadas para poder punir as pessoas que incentivam o ódio. A fala da parlamentar aconteceu após a Polícia Civil do Rio de Janeiro impedir um ataque à bomba que teria como alvo o show da cantora Lady Gaga, realizado no último sábado, 3 de maio, na praia de Copacabana.
Segundo Portela, os criminosos usaram as redes sociais para planejar o atentado.
"O ódio nas redes sociais precisa ser controlado. Criminosos que planejaram atentado no show da Lady Gaga usaram as redes para aliciar e atacar mulheres, minorias e [a população] LGBTQIAPN+. Mesmo detidos a tempo, o alerta fica: é urgente regulamentar as redes e punir quem incentiva o ódio", escreveu Dani em sua conta no X.
Cantora não sabia
Após a Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério da Justiça terem informado que impediram um possível ataque a bomba durante o show de Lady Gaga na praia de Copacabana, no sábado, 3 de maio, a equipe da cantora se manifestou, afirmando que só tomaram conhecimento do potencial problema de segurança por meio da mídia, no domingo, 4 de maio.
Em declaração à agência AP, um porta-voz de Lady Gaga informou que tanto a cantora quanto a sua equipe "tomaram conhecimento dessa suposta ameaça através de informações da imprensa nesta manhã."
"Antes e durante o espetáculo, não houve preocupações de segurança conhecidas, nenhuma comunicação por parte da polícia ou das autoridades a Lady Gaga sobre possíveis riscos", continuou.
O porta-voz ainda destacou que a equipe de Lady Gaga "trabalhou com as forças de ordem durante o planejamento e execução do show e todas as partes confiavam nas medidas de segurança implementadas".
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Torcedora do clube paraense, a parlamentar classificou o comportamento do atacante como "arrogância pura".
A definição ocorreu depois de uma série de conversas entre os dois políticos e integrantes da direção nacional do partido Novo.
O ministro do STF Edson Fachin disse que a medida representa "uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão".
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