Dani Lima, jornalista demitida da Globo, é flagrada almoçando com ministro de Lula Foto: Reprodução / Portal Marrapá
A jornalista Daniela Lima, recentemente demitida da GloboNews, foi flagrada pelo Portal Marrapá almoçando com o ministro da Secretaria de Comunicação do governo Lula, Sidônio Palmeira, na quarta-feira, 12 de agosto, no Hotel B, em Brasília. Apesar do registro circular rapidamente nas redes sociais, nem o ministro nem a jornalista se pronunciaram sobre o encontro.
A Globo confirmou, na manhã do dia 4 de agosto, o desligamento da jornalista Daniela Lima, que atuava na GloboNews desde 2022. A notícia veio à tona depois da apresentadora não aparecer na bancada do programa Conexão GloboNews, apresentado ao lado de Camila Bomfim e Leilane Neubarth.
A Globo enviou uma nota oficial ao portal Metrópoles e esclareceu que a saída de Daniela Lima, assim como a do analista político Mauro Paulino, faz parte de um processo contínuo de mudanças internas. O canal justificou a decisão como parte de um “movimento permanente de renovação do quadro do canal”.
Daniela usou as redes sociais para comentar o encerramento do seu ciclo na emissora. Em uma publicação, ela agradeceu aos colegas e destacou o sentimento de dever cumprido.
“Depois de dois anos, deixo a GloboNews com a sensação de missão cumprida, cabeça erguida, sedenta pelos próximos desafios. Viva o novo! Deixo aos colegas de trabalho, amigos que vou levar pra vida, meu muito obrigada e até breve!”, escreveu.
Antes de integrar a equipe da GloboNews, Daniela Lima passou pela CNN Brasil, onde também comandou programas voltados à política. Sua carreira jornalística começou em São Paulo, com experiências na Folha de S.Paulo e na Época, entre outros veículos.
O também desligado Mauro Paulino é conhecido por sua trajetória no instituto Datafolha e vinha atuando como comentarista político no canal.
A GloboNews não informou quem assumirá o posto de Daniela no Conexão. A jornalista ainda não revelou quais serão seus próximos passos profissionais.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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