A assessoria do STF afirmou que o deputado e outros parlamentares do PL chegaram atrasados para a sessão da Primeira Turma e deveriam esperar o início da Segunda.
Coronel Meira sendo interrompido de entrar no julgamento. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O deputado federal Coronel Meira (PL), natural do Recife, em Pernambuco, foi impedido de entrar no julgamento do ex-presidente Bolsonaro e mais sete aliados no Supremo Tribunal Federal (STF), que ocorre nesta terça-feira, 25 de março. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar aparece visivelmente irritado. (veja vídeo abaixo)
“Para p*** que pariu, p****! Eu sou coronel, sou deputado. Tem que respeitar nessa p****. Ou me respeita ou me respeita. ‘Já está lotado’, vai se f****, p****. Sou coronel, sou deputado”, disparou Meira.
A assessoria do STF afirmou que Meira e outros parlamentares do Partido Liberal chegaram atrasados para a sessão da Primeira Turma e deveriam esperar o início da Segunda Turma, e negou que o impedimento teria sido por lotação.
Posteriormente, a entrada foi autorizada pelo ministro Cristiano Zanin.
O Supremo Tribunal Federal (STF) intensificou as medidas de segurança às vésperas do julgamento da Primeira Turma sobre a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete acusados de envolvimento na tentativa de golpe de Estado, que ocorre nesta terça-feira, 25 de março.
A sala da Primeira Turma ganhou atenção especial no monitoramento na segunda (24), onde a análise da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) acontecerá. O esquema comandado pela Polícia Judicial também será efetuado no plenário da Corte, e em outros lugares da sede do STF. A Corte também ampliou o número de aparelhos raio-x instalados no hall do prédio.
"A Secretaria de Polícia Judicial adotou medidas preventivas para garantir a segurança de todos durante o evento, com o apoio da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e outros órgãos parceiros. Entre as ações estão maior controle de acesso, monitoramento do ambiente, policiamento reforçado e equipes de pronta resposta para emergências. O objetivo é assegurar a realização do julgamento e garantir a segurança de servidores, colaboradores, advogados e imprensa", informou a Corte por meio de nota.
O plenário da Primeira Turma tem um espaço menor comparado ao plenário tradicional. O STF reservou uma sessão extra de análise da denúncia caso o julgamento não seja finalizado na terça-feira.
Além do ex-presidente, serão julgados o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), o almirante e ex-comandante da Marinha Almir Garnier Santos, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, o general da reserva e ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional Augusto Heleno, o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens da Presidência da República Mauro Cid, o general e ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira e o general da reserva e ex-ministro da Casa Civil Walter Braga Netto.
Bolsonaro e os outros sete foram denunciados por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, envolvimento em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
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