Coronel Alberto Feitosa Foto: Divulgação
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) afirmou que há informações, atribuídas à Polícia Federal do Brasil, sobre uma possível tentativa de saída do país de Flávio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, para evitar eventual prisão.
Na declaração, o parlamentar classificou a situação como “absurda” e criticou o que considera tratamento desigual por parte das autoridades. (Veja vídeo abaixo)
O deputado comparou o caso a medidas adotadas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, citando a imposição de restrições judiciais em circunstâncias que, segundo ele, seriam menos graves.
Feitosa também questionou a ausência de medidas cautelares no caso citado, mesmo diante das supostas informações divulgadas, afirmando haver “dois pesos e duas medidas” na condução de decisões relacionadas a investigações no país.
"O Lulinha pode fugir do país, é isso mesmo, o filho do Presidente da República, Lula, o Flávio Luiz, pode fugir do país para não ser preso, quem está dizendo isso é a própria Polícia Federal e foi veiculada em vários jornais do Brasil e do mundo todo, vejam que é um absurdo, um filho do Presidente da República fugir do seu país para não ser preso, isso é lamentável, é uma vergonha, agora vai aqui uma pergunta, por muito menos colocaram uma tornozeleira e deixaram o Bolsonaro em prisão domiciliar, e aí com o Lulinha nada, mesmo a Polícia Federal dizendo isso, são dois pesos e duas medidas", afirmou feitosa.
Veja vídeo:
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa divulgou nas redes sociais um vídeo em que afirma que “a casa do Lulinha pode cair a qualquer momento”, em referência ao filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fábio Luís Lula da Silva. (Veja vídeo abaixo)
A declaração foi publicada após Feitosa compartilhar um trecho de uma coluna da jornalista Mônica Bergamo, que relata divergências internas na Polícia Federal sobre a possibilidade de a corporação pedir a prisão preventiva de Lulinha no âmbito de uma investigação que tramita sob sigilo no Supremo Tribunal Federal.
Veja vídeo:
Segundo a coluna, a PF estaria dividida sobre a medida, delegados próximos ao gabinete do ministro relator do caso teriam defendido a prisão, enquanto outros integrantes argumentam que uma detenção preventiva depende de provas que indiquem risco de obstrução da Justiça ou fuga, entre outros requisitos legais.
Até o momento, não há confirmação oficial de que um pedido de prisão tenha sido formalizado junto ao STF, nem de que tenha sido aceito.
O processo envolvendo Lulinha foi citado como tendo quebra de sigilos bancário, fiscal e telemático autorizada, mas a discussão sobre prisão ainda não foi oficialmente registrada em decisões judiciais.
O deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PL) usou suas redes sociais para comentar novas pesquisas eleitorais que apontam possíveis cenários para a disputa pela Presidência da República nas eleições de 2026.
Segundo Feitosa, na avaliação dele, o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estaria “fora do baralho” no cenário político.
O parlamentar também destacou que a aproximação do senador Flávio Bolsonaro nos números das pesquisas em relação a Lula teria acendido um alerta entre setores da esquerda.
Feitosa afirmou ainda que, diante desse cenário, o nome do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), começou a aparecer em levantamentos eleitorais como forma de teste ou alternativa dentro do campo da esquerda.
De acordo com o deputado, diante dos cenários apresentados atualmente, Lula estaria em uma situação considerada complicada para uma eventual disputa eleitoral.
"Lula é carta fora no baralho, minha gente. Analisa aqui comigo. Primeiro a Datafolha adia a pesquisa. Segundo, coloca Lula empate com Flávio Bolsonaro. Quando a Datafolha coloca empate, é porque a situação para Lula é muito pior. E agora começa a testar Haddad e também coloca Haddad empatado", disse o deputado.
1
2
17:22, 18 Mar
30
°c
Fonte: OpenWeather
Ranking do Trata Brasil revela que capital pernambucana ainda enfrenta desafios na coleta de esgoto e perdas na distribuição de água.
A deputada estadual Clarissa Tércio já havia criticado a eleição da parlamentar para o comando da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
A fala do parlamenta aconteceu durante um encontro na Câmara que discutia o Projeto de Lei 4.631/2025, que trata de mudanças no Estatuto do Desarmamento.
mais notícias
+