Presidente Kim Jong Un Foto Montagem/Portal de Prefeitura
A Coreia do Norte aumentou significativamente as tensões na região com o recente teste de mísseis de cruzeiro estratégicos, cujos avanços em tecnologia militar estão colocando os sistemas de defesa de países vizinhos e aliados ocidentais em alerta. Em um anúncio oficial feito pela agência estatal North Korean Central News Agency, Pyongyang revelou que seus mísseis de cruzeiro agora têm um alcance de 1.500 quilômetros, com precisão impressionante. Este teste sublinha a postura agressiva de Kim Jong Un e os desafios de segurança que o país representa para a região.
O teste ocorre em um momento de alta tensão geopolítica, em meio a exercícios militares conjuntos entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul, considerados provocativos por Pyongyang. A presença de líderes militares de alto escalão, incluindo Kim Jong Un e oficiais como Kim Jong Sik e Jang Chang Ha, durante os testes, destaca a importância estratégica do evento para a Coreia do Norte e reforça sua capacidade de dissuasão nuclear.
Ao contrário dos mísseis balísticos tradicionais, os mísseis de cruzeiro da Coreia do Norte utilizam sustentação aerodinâmica para manter o voo em altitudes mais baixas, o que reduz significativamente a possibilidade de detecção por radar. Eles também têm a capacidade de realizar manobras complexas, o que dificulta a interceptação. O desempenho observado no teste sugere um sistema de navegação inercial aprimorado, possivelmente integrado com posicionamento por satélite, o que representa um salto significativo na sofisticação da tecnologia de mísseis do país.
Esses mísseis são lançados de plataformas mar-superfície, como submarinos e embarcações especializadas, o que torna as operações mais imprevisíveis e difíceis de rastrear. A palavra "estratégico", usada para descrever os mísseis, indica que eles são capazes de transportar ogivas nucleares, tornando-os um desafio particular para sistemas de defesa, como o THAAD e o Aegis Ashore, projetados para interceptar mísseis balísticos de alta altitude.
Com um alcance de 1.500 quilômetros, esses mísseis entram na categoria de médio alcance, o que significa que podem atingir alvos estratégicos na Coreia do Sul, Japão e até mesmo ativos militares dos Estados Unidos na região. O poder de fogo e a precisão dos mísseis de cruzeiro são reforçados por motores turbofan de alta eficiência, aumentando sua resistência e capacidade de execução em cenários adversos.
A crescente capacidade ofensiva da Coreia do Norte exige uma reavaliação das estratégias de defesa regional. Sistemas de interceptação de mísseis que se concentram em ameaças balísticas precisarão ser adaptados para lidar com a crescente ameaça de mísseis de cruzeiro de baixa altitude e manobráveis. Isso pode resultar em novos investimentos em tecnologias de radar de baixa altitude, interceptadores especializados e sistemas de alerta antecipado.
Este teste sublinha o avanço significativo do programa de armas nucleares e mísseis da Coreia do Norte, redefinindo o equilíbrio estratégico na região. À medida que Pyongyang aprimora suas capacidades, as nações vizinhas, como a Coreia do Sul e o Japão, além dos Estados Unidos, precisarão recalibrar suas políticas de defesa para lidar com a crescente complexidade das ameaças. Isso exigirá novos investimentos em tecnologias de defesa e uma reavaliação das alianças militares para garantir que o equilíbrio de poder na Ásia não seja desestabilizado por esses novos desenvolvimentos militares.
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