Ciro Gomes e Lula ao lado de ministro do Trabalho. Fotos: Reprodução e Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ex-ministro da Integração Nacional do Brasil e do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Ciro Gomes, participou na última segunda-feira, 25 de agosto, de um encontro em Fortaleza voltado a debates sobre economia, indústria e empreendedorismo. (veja vídeo abaixo)
O evento reuniu representantes do Judiciário, da política, da inovação e do setor produtivo, com o objetivo de discutir soluções concretas para o desenvolvimento do país.
Em sua fala, o pedetista direcionou críticas à forma como o Governo Federal tem apresentado os indicadores de emprego. Segundo ele, os números não refletem a realidade enfrentada por grande parte da população.
“No Brasil, nós temos hoje o governo Lula propagandeando que estamos a pleno emprego, com o IBGE dizendo que o desemprego desceu de 6%. Mas eu posso provar que 39% dos brasileiros não têm carteira assinada”, declarou.
Ele argumentou que trabalhadores em situação de informalidade acabam sendo contabilizados como empregados nos levantamentos oficiais.
“Um cidadão que está arrastando uma carrocinha para catar papel no meio da rua, na conta do IBGE está empregado. Quem está no Bolsa Família está empregado. São 39,4% da população brasileira que estão na mais aberta informalidade”, afirmou.
Ciro destacou ainda os impactos dessa realidade sobre o sistema de seguridade social. Para ele, a ausência de vínculos formais de trabalho compromete o modelo de financiamento por repartição, já que quase metade da população não contribui para a Previdência.
Na noite do dia 19 de agosto, o ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, se reuniu na casa do presidente da federação entre União Brasil e PP, Antonio Rueda, em Brasília para um jantar com mais 12 governadores, além de presidentes de seis partidos e parlamentares de diferentes legendas.
Segundo informações do site Poder360, Ciro está de saída do PDT e deve se filiar ao União Brasil. Há especulações de que ele poderia disputar a Presidência da República em 2026 ou até compor como vice em uma chapa de centro-direita. No entanto, o plano principal é sua candidatura ao governo do Ceará, cargo que já ocupou entre 1991 e 1994.
Na ocasião marcaram presença os governadores Antonio Denarium (PP-RR), Cláudio Castro (PL-RJ), Eduardo Riedel (PP-MS), Gladson Cameli (PP-AC), Ibaneis Rocha (MDB-DF), Jorginho Mello (PL-SC), Marcos Rocha (União Brasil-RO), Mauro Mendes (União Brasil-MT), Ratinho Jr. (PSD-PR), Romeu Zema (Novo-MG), Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Wilson Lima (União Brasil-AM).
Também participaram os vices Lucas Ribeiro (Paraíba) e Celina Leão (PP-DF), além do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
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Até o momento, não foram divulgados os nomes das pessoas supostamente envolvidas.
O veto aparece em uma das trocas de mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do banqueiro.
O deputado declarou que a gestora vem fazendo um bom trabalho e seu mandato tem avaliações positivas.
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