Jair e Carlos Bolsonaro. (Foto:/ Reprodução/ IA/ Redes Sociais)
Vereador licenciado do Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro (PL), afirmou que visitou o ex-presidente Jair Bolsonaro no sábado, 4 de julho, e compartilhou detalhes do encontro em suas redes sociais.
Na publicação, ele criticou a prisão domiciliar do pai, classificou a medida como um "cárcere" e afirmou que o ex-presidente "está ciente de tudo o que se passa aqui fora".
"Hoje visitei meu pai em sua prisão política domiciliar, impedido de receber visitas de qualquer pessoa que não sejam seus filhos. É uma determinação extremamente incomum, mas o objetivo é óbvio: impedir que ele converse com pessoas que possam servir de voz fora do cárcere", escreveu Carlos Bolsonaro.
Segundo o vereador, a visita durou cerca de duas horas. Durante esse período, ele contou que levou o ex-presidente para a área externa da residência, localizada no Jardim Botânico, em Brasília, para que pudesse tomar sol.
"Trouxe o presidente Jair Bolsonaro para fora para que pudesse tomar um banho de sol e se sentir mais perto daquilo que ama: a praia e o povo. Ele vibrou. Foram duas horas de boas conversas, que o fizeram recordar momentos ao lado das pessoas, no mar e nas ruas", relatou.
Carlos Bolsonaro também afirmou que o pai acompanha os acontecimentos, apesar das restrições impostas pela prisão domiciliar.
"Ele está ciente de tudo o que se passa aqui fora, embora esteja, obviamente, impedido de acessar conversas nas redes sociais. Anteriormente, recebeu a visita do meu irmão Flávio e disse que a conversa foi muito boa e tranquila. Perguntou também sobre meu irmão e seu filho, Eduardo Bolsonaro, pois eles não podem ter contato", declarou.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu na sexta-feira, 3 de julho, prorrogar o prazo da prisão domiciliar concedida ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Bolsonaro continuará sob o monitoramento de tornozeleira eletrônica e só poderá receber visitas com autorização do ministro, que é relator do caso.
O ex-presidente também está proibido de usar celular e acessar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros, além de gravar vídeos para a internet. Agentes da Polícia Militar do Distrito Federal vão fazer a segurança da casa para evitar fuga.
2
08:01, 24 Ago
27
°c
Fonte: OpenWeather
Entre os entrevistados, 5% afirmaram que votariam em branco, anulariam o voto ou não escolheriam nenhum dos candidatos apresentados.
A expectativa é de que a adesão seja oficializada em possível ato previsto para acontecer nesta segunda-feira (24).
Ao encerrar o discurso, o ex-prefeito do Recife reforçou a defesa de uma política baseada no trabalho, no respeito às pessoas e na entrega de resultados.
mais notícias
+