Navios da Marinha do Brasil Foto: Marinha do Brasil/Divulgação
O diretorgeral de desenvolvimento nuclear da Marinha admitiu, em debate no Senado no dia 9 de setembro, que a capacidade das Forças Armadas de defender o Brasil em “um mundo cada vez mais conflituoso é questionável”. O pronunciamento acendeu o alerta sobre déficits estruturais e de orçamento, principalmente no que se refere à Marinha, Força Aérea e Exército, que enfrentam redução de recursos, perda de equipamentos operacionais e atrasos em projetos estratégicos.
Entre os problemas apontados: fragatas insuficientes para patrulhar o vasto litoral brasileiro, limitação na construção do submarino nuclear com previsão para 2029, degradação de aeronaves da Força Aérea e o lento progresso em programas essenciais do Exército. Também foi mencionado que cerca de 80% do orçamento da Defesa está comprometido com pessoal, comprometendo a aquisição de material e modernização.
Políticos propõem agora a aprovação da PEC 55/2023, que fixaria investimento mínimo de 2% do PIB em Defesa, para tentar reverter o cenário.
Para ler a matéria completa com análises de especialistas sobre os desafios e possíveis soluções, acesse o site Sociedade Militar.
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O banqueiro já tinha feito uma sondagem a investigadores da PGR e da PF sobre a possibilidade, mas aguardava o resultado do julgamento de sua liberdade para tomar uma decisão.
A deputada federal provocou polêmica ao se tornar a primeira trans a ser eleita presidente da comissão.
A pesquisa ouviu 2.004 eleitores brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 6 e 9 de março de 2026, por meio de entrevistas domiciliares presenciais.
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