Campanha "Defenda o Brasil do PT". Fotos: Reprodução/Redes Sociais
A campanha digital "Defenda o Brasil do PT" tomou conta das redes sociais neste sábado, 12 de julho, e alcançou o topo dos assuntos mais comentados do Brasil no X (antigo Twitter), ultrapassando a marca de 1 milhão de menções.
A mobilização foi impulsionada por parlamentares e apoiadores da direita como uma reação direta à campanha "Defenda o Brasil", lançada pelo governo federal e o Partido dos Trabalhadores (PT).
A movimentação começou ainda na sexta-feira (11), quando a hashtag "Defenda o Brasil do PT" superou as publicações da campanha oficial do governo, que usa as cores da bandeira nacional e acusa opositores como Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas de serem "traidores da pátria" e "falsos patriotas".
Em resposta, perfis da oposição passaram a denunciar o que chamam de perseguição política e manipulação de narrativa por parte do governo Lula.
A frase "Defenda o Brasil do PT" foi usada para criticar falhas diplomáticas, desinformação e responsabilizar o atual governo pela crise com os Estados Unidos, após o presidente Donald Trump anunciar uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, vinculando a medida ao tratamento jurídico dado a Bolsonaro e às ações do Supremo Tribunal Federal (STF).
A campanha do PT, que tinha como objetivo mobilizar sua base digital, acabou sendo ofuscada pela reação da direita. Diversos políticos de oposição comentaram o assunto.
A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) afirmou que "a culpa é de Lula", enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou que "o povo não é mais manipulado".
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou, nesta sexta-feira, 11 de julho, que o governo tem apoio do povo brasileiro para enfrentar as sanções econômicas do governo dos Estados Unidos (EUA) e que o Brasil não pode “baixar a cabeça” para as chantagens e ameaças de Donald Trump.
“Esse país não baixará a cabeça para ninguém. Ninguém porá medo nesse país com discurso e com bravata. Ninguém. E eu acho que, nesse aspecto, nós vamos ter o apoio do povo brasileiro, que não aceita nenhuma provocação”, disse o presidente, durante cerimônia, em Linhares, no Espírito Santo (ES), de lançamento de indenização a atingidos pelo rompimento da barragem de Mariana, em Minas Gerais (MG).
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O ex-governador de Pernambuco afirmou que pode retomar as atividades na instituição após cumprir o período de quarentena previsto na legislação.
A fala do petista ocorre em meio a outras iniciativas que buscam atrair as mulheres. Uma delas é o Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio.
O deputado era casado com a parlamentar Fernanda Melchionna, que também pertence à mesma sigla.
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