No texto aprovado nesta terça-feira, 1º de julho, na Câmara do Recife, o parlamentar argumenta que o sistema tem gerado insatisfação crescente entre moradores, trabalhadores e comerciantes locais.
Vereador Felipe Alecrim propõe fim da Zona Azul. Foto: Montagem Portal de Prefeitura/Divulgação
A Câmara Municipal do Recife aprovou, por unanimidade, o requerimento nº 5947/2025, de autoria do vereador Felipe Alecrim (NOVO), líder da oposição, que pede à Prefeitura do Recife a extinção do atual modelo de cobrança do estacionamento rotativo Zona Azul, em vigor na cidade.
No texto aprovado nesta terça-feira, 1º de julho, o parlamentar argumenta que o sistema tem gerado insatisfação crescente entre moradores, trabalhadores e comerciantes locais. Segundo ele, a cobrança atual — que pode chegar a R$ 12 por 4 horas — penaliza principalmente a população de baixa renda e compromete o acesso a serviços básicos em áreas centrais.
“O Zona Azul é uma política falida que não tem propósito nem fundamento nenhum. Não há transparência nos recursos arrecadados, não há segurança para os usuários. Não há nenhum benefício vindo dessa cobrança. Temos o pior trânsito do país”, disse o vereador.
“Pra piorar, não há nenhuma comunicação prévia de que seu carro está sendo rebocado e se for uma sexta, é pior, porque só pode recuperar o veículo na segunda e ainda tem que pagar a diária do fim de semana. Isso é um absurdo e tem que acabar no Recife", declarou Felipe Alecrim, durante a defesa do requerimento.
O parlamentar destacou ainda que lojistas de regiões como o Centro, Derby, Encruzilhada e Boa Vista relatam queda de até 25% no movimento de clientes, associada à implantação do modelo. Outro ponto levantado é a falta de fiscalização, o que permite que veículos permaneçam por horas além do tempo permitido sem penalização, esvaziando a proposta original de rotatividade.
Felipe Alecrim comemorou a aprovação do requerimento: "É uma vitória do bom senso. A cidade precisa de soluções inteligentes, justas e acessíveis para todos. Esse é apenas o primeiro passo."
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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