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ZECA DIRCEU aciona PF para abrir INQUÉRITO contra a "FARIA LIMA" pela alta do DÓLAR

Recentemente, o deputado solicitou à Comissão de Ética da Presidência da República e ao MPF a mesma representação contra o grupo.

Ricardo Lélis

19 de dezembro de 2024 às 14:14   - Atualizado às 14:14

Deputado federal Zeca Dirceu

Deputado federal Zeca Dirceu Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

O deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR) informou que na última segunda-feira, 16 de dezembro, protocolou um pedido para que a Diretoria-Geral da Polícia Federal (PF) no Distrito Federal abra inquérito contra a chamada “Faria Lima”, por conta a alta do dólar.

“É muito importante identificar e esclarecer a sociedade a respeito de quem são as pessoas físicas ou os grupos empresariais que estão por trás dos ataques especulativos à moeda brasileira”, argumentou o deputado. “Só assim será possível adotar providências cíveis, administrativas e penais cabíveis nestes casos”, disse.

No documento, o parlamentar do Paraná chama de “terrorismo” a prática de manipulação cambial.

 “É de uma irresponsabilidade absurda com a classe trabalhadora e com a população mais vulnerável do nosso Brasil”, completou.

Na semana passada, Zeca Dirceu solicitou à Comissão de Ética da Presidência da República e ao Ministério Público Federal (MPF-DF) a mesma representação contra o grupo de especuladores da chamada “Faria Lima”.

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Alta do dólar

Em um dia de forte estresse no Brasil e no exterior, o dólar superou a marca de R$ 6,20 e voltou a fechar no maior valor nominal desde a criação do Plano Real. A bolsa caiu mais de 3% e atingiu o menor nível desde o fim de junho.

O dólar comercial encerrou a quarta-feira, 18 de dezembro, vendido a R$ 6,267, com alta de R$ 0,172 (+2,82%) em um único dia. Em um dia sem intervenções do Banco Central (BC), a cotação iniciou em torno de R$ 6,11.

Chegou a desacelerar no fim da manhã, mas voltou a subir intensamente após uma declaração do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que o a moeda norte-americana deve se acomodar.

A partir das 15h, a cotação acelerou novamente após o resultado da reunião do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). A autoridade monetária cortou as taxas básicas da maior economia do planeta em 0,25 ponto percentual, como esperado. No entanto, indicou no comunicado que ficará mais cautelosa em 2025, o que abre a possibilidade de menos cortes no próximo ano.

No mercado de ações, o dia também foi de intensa instabilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 120.772 pontos, com queda de 3,15%. O indicador está no menor nível desde 20 de junho e acelerou a queda após a decisão do Fed. Nos Estados Unidos, o Dow Jones, um dos índices da bolsa de Nova York, caiu 2,2%.

As taxas básicas nos Estados Unidos estão atualmente entre 4,25% e 4,5% ao ano, consideradas altas para os padrões internacionais. Juros elevados em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, pressionando o dólar e a bolsa no Brasil, num momento de incertezas por causa da votação do pacote fiscal no Congresso.

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