Ordem de prisão foi expedida quando Zé Trovão tentava mobilizar caminhoneiros e manifestantes para que participassem de pautas antidemocráticas.
26 de outubro de 2021 às 17:11
O militante bolsonarista Marcos Antônio Pereira Gomes, mais conhecido como Zé Trovão, que esteve foragido no México desde o início de setembro, divulgou vídeo em seu canal do Telegram, no início da tarde desta terça-feira, 26 de novembro, indicando estar em Santa Catarina, prestes a se apresentar à Polícia Federal (PF).
“Neste 26 de outubro, eu me entreguei à Justiça brasileira, me apresentei à Justiça brasileira, porque, como diz o nosso hino, verás que um filho teu não foge à luta. E eu jamais iria abandonar o povo brasileiro”, ele fala na gravação.
Momentos depois, ele se entregou na sede da Polícia Federal em Joinville, no interior do Estado.
“Eu vim dizer muito obrigado, não sei quanto tempo eu vou passar no cárcere, mas saibam que tudo isso é pelo Brasil, por cada ser humano cidadão de bem. Fiquem com Deus e não desanimem”, afirmou, ainda, o militante.
A defesa de Zé Trovão divulgou nota, também nesta terça, com o seguinte texto:
“Na qualidade de advogados do Sr. Marcos Antônio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão, informamos que na data de hoje promovemos sua apresentação espontânea ao Excelentíssimo Senhor Doutor Delegado Chefe da Polícia Federal em Joinville – Santa Catarina, cidade de seu domicílio. Assim, está ao dispor da Justiça para provar sua inocência. Na sequência, a defesa formulará pleitos de liberdade.”Veja a íntegra do vídeo:
https://www.instagram.com/p/CVgSzdzjJOf/ Entenda o caso: Zé Trovão teve a ordem de prisão expedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início de setembro, quando tentava mobilizar caminhoneiros e manifestantes para que participassem dos atos bolsonaristas, que tinham pautas antidemocráticas, como o fechamento do próprio Supremo, e estavam marcados para o feriado da Independência, 7 de setembro.
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Para que a proibição permaneça em vigor, o texto deverá passar por uma comissão mista, formada por deputados e senadores, e posteriormente ser votado nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados.
O texto também determina que a deficiência da criança ou do adolescente seja avaliada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, conforme previsto no Estatuto da Pessoa com Deficiência.
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