O parlamentar comentou o episódio onde uma boxeadora italiana desistiu de uma luta contra a pugilista trans argelina Imane Khelif após apenas 46 segundos.
Deputado Nikolas Ferreira. Deputado Nikolas Ferreira.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) voltou a causar polêmica ao resgatar um vídeo gravado no Dia Internacional das Mulheres, em 8 de março, onde coloca uma peruca e se apresenta como "deputada Nicole". No vídeo, Nikolas Ferreira critica a inclusão de mulheres trans no esporte, argumentando que as mulheres estão perdendo seus espaços para homens que se identificam como mulheres.
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A reaparição do vídeo ocorreu após um episódio nas Olimpíadas de Paris 2024, onde a boxeadora italiana Angela Carini desistiu de uma luta contra a pugilista trans argelina Imane Khelif após apenas 46 segundos. A luta, válida pela primeira rodada da categoria até 66kg do boxe feminino, trouxe à tona a discussão sobre a participação de atletas trans em competições femininas.
Imane Khelif, que anteriormente havia sido reprovada em testes de gênero, foi autorizada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) a competir nos Jogos Olímpicos. Durante a luta, Carini sofreu dois golpes no nariz, o que a levou a buscar ajustar seu capacete. No entanto, devido à dor intensa e dificuldade para respirar, optou por desistir da disputa.
“Entrei no ringue e tentei lutar. Eu queria vencer. Recebi dois golpes no nariz e não conseguia respirar mais, estava doendo muito”, disse a italiana. “Eu não perdi hoje, apenas fiz meu trabalho como lutadora. Entrei no ringue, lutei e não consegui. Saio de cabeça erguida e com o coração partido. Sempre fui muito instintiva. Quando sinto que algo não está certo, não é desistir, é ter a maturidade de parar”, finalizou.
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01:15, 05 Out
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Para que a proibição permaneça em vigor, o texto deverá passar por uma comissão mista, formada por deputados e senadores, e posteriormente ser votado nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados.
O texto também determina que a deficiência da criança ou do adolescente seja avaliada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, conforme previsto no Estatuto da Pessoa com Deficiência.
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