Câmara do Recife rejeita projeto de Felipe Alecrim que previa orientação sobre riscos do aborto. Foto: Divulgação
A Câmara Municipal do Recife rejeitou, nesta terça-feira, 26 de agosto, o Projeto de Lei Ordinária (PLO) 147/2024, de autoria do vereador Felipe Alecrim (Novo). Com 11 votos favoráveis e 15 contrários, a proposta acabou sendo recusada.
A proposta previa que as unidades de saúde do município passassem a orientar mulheres sobre os riscos e os malefícios do aborto. O texto recebeu 11 votos favoráveis e 15 contrários, o que resultou em sua rejeição.
Felipe Alecrim utilizou suas redes sociais para se manifestar após a decisão. O parlamentar afirmou que considera a rejeição do projeto uma derrota para a defesa da vida e lamentou a posição de parte dos colegas.
Segundo o vereador, alguns parlamentares que se identificam como cristãos não teriam apoiado a iniciativa. Em sua declaração, o Felipe Alecrim reforçou que seguirá defendendo suas bandeiras, que incluem a valorização da família e a preservação da vida desde a concepção.
"Lamento profundamente a não aprovação do nosso PLO 147/24, que buscava garantir a orientação às mulheres sobre os malefícios do aborto nas unidades de saúde do Recife; é triste ver parlamentares que se dizem cristãos mas não defendem a vida desde a concepção até seu fim natural, preferindo sustentar a cultura de morte. Mas eu reafirmo: continuarei firme na luta pela vida, pela família e pelos valores cristãos", disse Felipe Alecrim.
O PLO 147/2024 tinha como objetivo incluir no atendimento das unidades de saúde da capital pernambucana uma abordagem direcionada às mulheres em relação ao aborto. O texto não avançou após votação em plenário e dividiu opiniões entre os parlamentares da Casa de José Mariano.
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"Registro o convite para os dois candidatos para confirmar o resultado do voto", disse o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em mensagem publicada nas redes sociais, governadora de Pernambuco desejou sucesso ao petista no novo mandato e destacou a importância da união.
O presidente ampliará o período de poder do Partido dos Trabalhadores (PT) no Brasil pós-redemocratização.
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