Lula é hostilizado nos Estados Unidos. Foto: Reprodução
Um grupo de cerca de 20 opositores brasileiros se mobilizou para hostilizar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em sua chegada a Nova York no domingo, 21 de setembro.
Eles gritaram palavras de apoio ao presidente Donald Trump e ofensas a Lula e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, até que o Serviço Secreto dos Estados Unidos, responsável pela segurança das delegações na ONU, os afastou.
Os manifestantes se aproximaram a poucos metros da residência do representante permanente do Brasil nas Nações Unidas. O chefe da segurança no local, um americano, ordenou que agentes brasileiros e americanos afastassem o grupo com grades até cerca de 35 metros da entrada do local. Ele disse que a medida era para garantir a chegada segura do presidente e afastar riscos, já que o trânsito não estava interrompido.
O grupo vestia camisas do Brasil e do ex-presidente Jair Bolsonaro e portava bandeiras nacionais. Eles gritavam "Lula Thief" e "Lula ladrão" e pediam que o Brasil ouvisse Trump. Três apoiadoras de Lula gritaram palavras em resposta, dizendo que o Brasil é soberano. Elas foram deslocadas para o lado oposto da calçada.
O avião presidencial pousou no Aeroporto Internacional JFK às 17:57 (horário dos EUA). Lula está acompanhado de uma comitiva mais enxuta do que de costume, com quatro ministros de Estado.
Lula e Janja vão se hospedar na residência oficial do Brasil, onde mora o representante permanente do Brasil perante a ONU, embaixador Sérgio Danese. Esta é a primeira viagem de Lula aos Estados Unidos no auge da crise com o governo Donald Trump. Ele não tem previsão de se reunir com Trump para discutir o tarifaço e divergências políticas.
Estadão Conteúdo
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