Lula e Fernando Haddad. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Brasil deixou a lista das 10 maiores economias do mundo na comparação em dólares e passou a ocupar a 11ª posição no ranking global da Austin Rating. A atualização, feita com base nas estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI), aponta que o país perdeu uma colocação no comparativo internacional, enquanto a Rússia avançou e assumiu o 9º lugar da lista.
O levantamento mostra que a economia russa ultrapassou tanto o Brasil quanto o Canadá. No ranking do ano passado, a Rússia aparecia na 11ª posição, mas ganhou força com revisões recentes de crescimento, impactos cambiais e novos cenários avaliados pelo FMI. Esse movimento acabou deslocando o Brasil para fora do grupo das 10 maiores economias do planeta quando a análise considera o PIB convertido para o dólar.
O estudo acompanha dados do relatório divulgado pelo FMI em outubro, que apresenta um panorama atualizado das principais economias e suas perspectivas de curto prazo. O documento inclui projeções sobre crescimento global, inflação, trocas comerciais e variações cambiais, fatores que influenciam a comparação entre países quando a métrica utilizada é o Produto Interno Bruto convertido em moeda estrangeira.
O recuo brasileiro no ranking ocorre no mesmo dia em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o desempenho do país no terceiro trimestre. Segundo o instituto, a economia brasileira avançou 0,1% entre julho e setembro. O número veio um pouco abaixo do que o mercado financeiro esperava, já que projeções indicavam uma alta de 0,2% para o período. Em valores nominais, a economia movimentou R$ 3,2 trilhões no trimestre.
Estados Unidos: 30.615,7 (26,1%)
China: 19.398,6 (16,6%)
Alemanha: 5.013,6 (4,3%)
Japão: 4.279,8 (3,7%)
Índia: 4.125,2 (3,5%)
Reino Unido: 3.958,8 (3,4%)
França: 3.361,6 (2,9%)
Itália: 2.543,7 (2,2%)
Rússia: 2.540,7 (2,2%)
Canadá: 2.283,6 (1,9%)
Brasil: 2.256,9 (1,9%)
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Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
A psolista justificou, na terça (10), o voto favorável à CPI que vai investigar possíveis irregularidades no concurso público para Procurador-Geral do município.
A companhia foi criada em agosto de 2002 pela integração de seis empresas da Organização Odebrechte do Grupo Mariani.
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