Assessor Celso Amorim e presidente do Brasil, Lula Foto: Fabio Pozzebom / Agência Brasil
O governo do Brasil demonstrou apoio à posição do Irã sobre o uso pacífico da energia nuclear, durante reunião internacional realizada na Rússia, em maio.
O assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, Celso Amorim, foi o responsável por expressar o posicionamento brasileiro diante de autoridades iranianas, em um momento em que Teerã tenta retomar um acordo com os Estados Unidos sobre o seu programa nuclear.
O gesto de apoio ocorreu na 13ª Reunião Internacional de Altos Representantes para Questões de Segurança, realizada na cidade de Moscou. Celso Amorim, que representou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encontro, participou de uma reunião com o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã (SNSC), que liderava a delegação iraniana.
Durante o encontro, Celso Amorim destacou que o Brasil reconhece o direito de o Irã desenvolver tecnologia nuclear para fins pacíficos, incluindo o enriquecimento de urânio.
O posicionamento segue o princípio de que todos os países têm direito à energia nuclear para usos civis, desde que respeitem os tratados internacionais, como o Acordo de Não Proliferação Nuclear (TNP).
O apoio brasileiro acontece em meio a uma nova fase de negociações entre Irã e Estados Unidos. Os dois países travam um impasse diplomático que dura anos, agravado desde que o ex-presidente Donald Trump decidiu retirar os EUA do acordo nuclear firmado em 2015.
O pacto previa o fim de sanções econômicas ao Irã em troca de limites e monitoramento de seu programa nuclear. Em 2018, Trump rompeu com o acordo e passou a adotar uma política de “pressão máxima”, impondo sanções mais duras contra Teerã.
Desde então, o Irã retomou parte de suas atividades nucleares e passou a enriquecer urânio em níveis mais elevados. Washington, por sua vez, insiste que o país persa suspenda completamente o enriquecimento como condição essencial para qualquer novo entendimento.
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Também foi determinado que a empresa custeie integralmente os tratamentos psicológicos e psiquiátricos da mulher até sua alta definitiva.
Em comum, os expositores disseram que os acordos com empresas de apostas foram celebrados tendo como base as regras em vigor à época.
O ministro disse ter ficado convencido, na ocasião, de que as apostas online são "um problema de saúde pública". Ele ainda afirmou ter formado "a percepção de que as bets devem ser banidas".
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