Bolsonaro em entrevista. Foto: Reprodução/UOL
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) iniciou nesta semana um período de repouso domiciliar absoluto, que se estenderá por todo o mês de julho. A decisão médica, divulgada na segunda-feira, 1º de julho, foi assinada pelos profissionais que acompanham a saúde do ex-chefe do Executivo, e comunicada oficialmente ao público pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
De acordo com o boletim médico, Bolsonaro permanecerá afastado de todas as atividades públicas e compromissos políticos pelas próximas semanas.
A justificativa é a necessidade de garantir a recuperação completa após uma série de intercorrências clínicas recentes, incluindo uma cirurgia considerada extensa, internação prolongada, um quadro de pneumonia e episódios repetidos de soluços.
A nota, assinada pelo cirurgião Claudio Birolini e pelo cardiologista Leandro Echenique, detalha que as crises têm dificultado a alimentação e a fala de Bolsonaro, o que compromete sua rotina e exige uma pausa para recuperação plena. Segundo os médicos, o descanso é essencial neste momento para evitar agravamentos.
Em suas redes sociais, Michelle Bolsonaro comentou o estado de saúde do marido e reforçou a importância do repouso.
“O Jair precisa deste tempo para se recuperar completamente. Tenho fé de que Deus o ajudará, e logo, logo ele estará 100% para retomar suas agendas de trabalho”, escreveu. A ex-primeira-dama também agradeceu o apoio recebido por parte dos simpatizantes e seguidores do ex-presidente. “Agradeço de coração a todos que sempre oram por ele e a todos pela compreensão e carinho de sempre”, concluiu.
O período de repouso foi determinado cerca de uma semana após Bolsonaro dar entrada no Hospital DF Star, em Brasília. Na ocasião, o ex-presidente havia sentido um mal-estar durante compromissos políticos em Goiás.
Após a realização de exames, os médicos diagnosticaram um quadro de pneumonia. Mesmo com sinais de melhora nos primeiros dias, os soluços persistentes mantiveram o ex-presidente sob atenção.
A condição dos soluços recorrentes não é novidade no histórico clínico de Bolsonaro. Em outros momentos, ele já havia relatado dificuldades provocadas pelos espasmos involuntários, que chegaram a interferir em eventos públicos.
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