26 de fevereiro de 2024 às 12:38
No domingo, 25 de fevereiro, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou a respeito das acusações de uma suposta tentativa de golpe de Estado contra ele, durante o Ato pela Democracia, na Avenida Paulista, em São Paulo.
Sob investigação pela Polícia Federal (PF), Bolsonaro destacou que a imprensa frequentemente o acusou de planejar um golpe no país, porém, ao longo dos quatro anos de seu mandato presidencial, nada nesse sentido se concretizou.
"Sempre ouvi dizer ‘Bolsonaro queria dar um golpe’ desde que assumi. O que é um golpe? É ter tanques nas ruas, usar armas, conspirar, atrair classes empresariais para o seu lado. Nada disso foi feito no Brasil. Nada disso eu fiz, e ainda assim continuam me acusando de golpe", afirmou.
Bolsonaro continuou, mencionando a suposta "minuta do golpe" que foi encontrada com o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres.
"Um golpe usando a Constituição? Deixo claro que o estado de sítio começa com o presidente da República convocando os conselhos da República e da Defesa. Apesar de não ser um golpe, o estado de sítio não foi convocado, nem os conselhos da República nem da Defesa foram consultados".
O ex-presidente também defendeu na tarde deste domingo, 25 de fevereiro, a anistia para os presos dos atos de 8 de janeiro e disse que as penas aplicadas fogem ao mínimo de razoabilidade.
“Anistia para os pobres coitados que estão presos em Brasília” disse o ex-presidente, em manifestação na avenida Paulista, em São Paulo. “Quem por ventura depredou o patrimônio; que nós não concordamos com isso; que pague, mas essas penas fogem ao mínimo da razoabilidade.”
Bolsonaro pediu aos deputados e senadores um projeto de anistia “para que seja feita a justiça” e disse que no passado já receberam o benefício pessoas que “fizeram barbaridades no Brasil”.
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"Em governo é assim, todo mundo fica chateado. Um partido é uma hierarquia. Tem que ter general, coronel, a tropa ali embaixo", disse o ex-deputado federal
A fala do presidente do PL no estado, ocorreu na sexta-feira, 27 de março, em Caruaru, na entrevista à Rádio Liberdade ao comunicador César Lucena.
A medida foi motivada por relatórios que identificaram o uso irregular desses equipamentos sobrevoando o imóvel de Bolsonaro
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